PS não aceita extinção das Novas Oportunidades em Oliveira do Hospital

 

… e critica atuação do governo que prefere “poupar nos tostões ao invés de cortar nos milhões”.

Reiterando aquela que já tinha sido a posição do grupo parlamentar do partido na última Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital – Carlos Maia apresentou moção em defesa do CNO – a Comissão Política do PS, presidida por José Francisco Rolo, já veio também repudiar a possibilidade de extinção do Centro Novas Oportunidades (CNO) da Escola Secundária de Oliveira do Hospital que, desde 2008, procedeu à formação e certificação de competências a cerca de três centenas de adultos.

“O PS de Oliveira do Hospital não pode aceitar a desativação por parte do Governo de mais um serviço público de qualidade na região”, sustenta a Comissão Política num comunicado onde destaca a gravidade da situação por “penalizar a educação e a formação de adultos e da população em idade ativa no concelho”.

O PS oliveirense que classifica a pretensão como uma “mais uma machadada num serviço público, numa cidade do interior”, denuncia aquilo que tem sido demonstrado pelo Governo, e que “os cidadãos já perceberam”, de que “os cortes não são para todos” e de que “o governo é forte com os fracos e fraco com os fortes.”

Chegando a comparar a atitude do governo de coligação PSD/ CDS-PP no que respeita aos CNO por um lado, e à política de transportes, portagens e até setor energético, por outro, a estrutura concelhia do Partido Socialista constata que “para o governo é mais fácil poupar nos “tostões” ao invés de cortar nos milhões”.

Uma política que – lê-se em comunicado – “afeta os mais fracos e os desprotegidos, os mais carenciados e uma classe média, cada vez mais fragilizada, que têm que, mais uma vez, pagar a dura política de austeridade imposta pelo Governo”.

Uma atitude que não colhe o aval dos socialistas oliveirenses que consideram não ser “moralmente aceitável continuar a exigir sacrifícios ao cidadão comum, enquanto o governo promove ou permite a perpetuação de certos interesses que pesam, e muito, sobre as receitas e a despesa do Estado”.

Critérios que voltam a ser questionados pelo PS Oliveirense que não vê com bons olhos a postura de um governo que “não faz o que deve” -“ concluir o último troço do IC6 e avançar com a construção das extensões de Saúde de Avô e Ervedal da Beira, já protocoladas entre a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e a Administração Regional de Saúde do Centro”, refere – “mas vem ameaçar com a extinção de mais um serviço público de qualidade no concelho”.

Do mesmo modo, critica um governo que “reforça os apoios financeiros aos colégios privados, com a desculpa da falta de meios no Orçamento de Estado (que a maioria PSD – CDS elaborou e aprovou) e que vai desmantelando a escola pública e os seus pólos de qualidade”.

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