“Recandidato-me para dar tudo pelas pessoas” (Com vídeos)

“As pessoas” voltam a estar no topo das prioridades do recandidato pelo PS à Câmara de Oliveira do Hospital. A terminar um mandato autárquico de forte cariz social, José Carlos Alexandrino reassume aquele desígnio numa altura em que se confessa “melhor preparado” por conhecer melhor o seu povo.

“Recandidato-me para dar tudo pelas pessoas”. A afirmação proferida em jeito de explicação pertence ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e recandidato pelo PS àquela autarquia que, a meio da tarde de hoje, oficializou a sua entrada na corrida eleitoral do próximo dia 29 de setembro. A falar para uma moldura humana a que já se habituou aquando da campanha eleitoral de 2009 e de cujas eleições saiu vencedor, José Carlos Alexandrino partilhou afetos com militantes, independentes e gente de outras forças partidárias e deixou a garantia de, num momento de dificuldades, não dar por esquecido o povo que nele tem confiado e hoje rumou ao parque merendeiro do Senhor das Almas para o apoiar no novo desafio. “Não posso abandonar o povo de Oliveira do Hospital quando mais precisa”, disse aquele que apesar de candidato pelo PS, se reassume como “homem livre e independente” e não tem dúvidas de que os últimos quatro anos lhe permitiram conhecer “melhor” o seu povo, entendendo por isso estar agora “melhor preparado”. Em causa está uma preocupação com as “pessoas” que caracteriza José Carlos Alexandrino e que o próprio encara como sendo a principal marca da sua governação municipal. O recandidato fala em concreto da “proximidade com os munícipes” que coloca no topo de uma lista de10 marcas e que é logo seguida pela criação de postos de trabalho e dignificação dos presidentes das juntas de freguesia. “Não houve presidentes de junta do PS, PSD ou independentes. Houve presidentes de junta do meu concelho que eram 21”, comentou o rosto da candidatura socialista, notando que no processo de extinção de freguesias, aqueles autarcas “deram uma lição de união”.

A considerar a modernização dos serviços como a quarta marca daquela lista, José Carlos Alexandrino dá também especial destaque à capacidade que o município teve em trazer para Oliveira “tanto dinheiro do QREN”. “Trouxemos mais de 12 milhões e isso dá trabalho”, referiu o rosto da candidatura socialista que, logo após o apoio dado pelo município aos projetos turísticos, destacou a marca de que “a oposição mais gosta: os eventos”. “Dizem que há muitas festas. Querem que o povo fique em casa e triste? Podemos não ter dinheiro, mas pelo menos somos alegres”, comentou José Carlos Alexandrino que, sem deixar de valorizar a “forte solidariedade social do executivo” e a “cooperação” que vem sendo mantida com os municípios da região, deu destaque especial à “transparência e rigor das contas”.

A partir para uma recandidatura de olhos postos nas pessoas, Alexandrino não desvia atenções do necessário desenvolvimento económico. Confiante no sucesso da BLC3, o rosto da candidatura socialista nota a importância de se “modificar as regras”. “Temos que criar terrenos aos empresários e infra estruturas para criarem postos de trabalho”, observou, avisando porém que “o governo terá que construir o IC6 e IC7”. “Houve alguns que fizeram marchas, mas o IC6 não saiu de lá de baixo”, comentou o recandidato pelo PS que não deixou de criticar o “silêncio de alguns sobre o IC6 e IC7” “Façam barulho no que é importante e não em mesquinhices”, sugeriu.

A sentir o apoio dos que a menos de três meses das eleições  fizeram questão de estar ao seu lado na entrada para a nova corrida, José Carlos Alexandrino garantiu não ser “super homem”, reconhecendo que todo o trabalho feito tem a assinatura de uma equipa, na qual o ainda autarca integra os funcionários municipais.
A sair de um “mandato difícil”, alexandrino compromete-se “a fazer mais, melhor e diferente”. Um caminho que conta percorrer com o conforto de uma “maioria absoluta” que tomando por base o crescente apoio ao projeto político que lidera e à cobrança manifestada pela maior parte dos presidentes de Junta eleitos, espera obter nas eleições de 29 de setembro contra o “azedume, a crítica fácil e destrutiva”.

“Trabalhamos com programa e não falsificamos a política”

OLYMPUS DIGITAL CAMERAJosé Carlos Alexandrino falava assim na apresentação de uma recandidatura que contou com o voto unânime e a confiança do partido socialista. “O PS soube perceber que o concelho está unanimemente com Alexandrino e António Lopes à frente dos principais órgãos municipais de Oliveira do Hospital”, afirmou o presidente da Comissão Política Concelhia do PS, notando que tal confiança é fruto da seriedade com que o projeto de Alexandrino assumiu os destinos municipais. “Nós trabalhamos com programa e não falsificamos a política”, referiu José Francisco Rolo, que disse ser este o momento de os oliveirenses escolherem entre “esta equipa ou a quem vem de Coimbra paga por favores políticos e vem para insultar José Carlos Alexandrino e a equipa que está na Câmara Municipal”. Colocando a ESTGOH no topo das preocupações da candidatura socialista, Rolo não esqueceu os processos em torno das freguesias e dos agrupamentos escolares para avisar que os oliveirenses saberão dar resposta no dia 29 de setembro.

Palavras de confiança na recandidatura de Alexandrino à autarquia oliveirense que foram reiteradas pelo presidente da Federação Distrital do PS, Pedro Coimbra e pelo elemento da direção nacional do partido, João Soares e que o mandatário da candidatura, António Campos destacou em particular por não ter dúvidas nas mudanças que a governação socialista operou no concelho. “Perdemos democracia no país e ganhámos alta democracia no meu concelho”.

Ao lado de Alexandrino na luta eleitoral que se avizinha, António Lopes assume o diálogo como a conquista maior da governação municipal socialista. “Estes quatro anos foi como se diz na gíria um passeio pela avenida”, comentou o ainda presidente da Assembleia Municipal e recandidato àquele órgão autárquico, regozijando-se pelo fim da crispação. “Conseguiu-se respeitar o voto de cada um de vós”, observou António Lopes confessando que um motivo que o levou à recandidatura foi o apoio manifestado por “quase todos os presidentes de junta eleitos pela oposição”. De olhos postos em mais quatro anos à frente da Assembleia Municipal, António Lopes entende ser hora de o atual executivo prestar contas. “Esta é a forma séria de estar na política”, entende o recandidato independente que sob a bandeira do PS promete todo o “empenho”. “Por mais quatro anos espero estar cá para convosco levar o concelho de Oliveira do Hospital para aquele que é o seu caminho e o seu futuro”, afirmou.

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  • zepovo

    Fiasco!!!!!

  • Guerra Junqueiro

    Sr. Presidente;

    No “Pontal das Beiras” a triste afluência deveu-se a fraca
    credibilidade do presidente da CPC e da maioria dos seus acompanhantes. E aqui,
    o que falhou?
    Com todo o partido a trabalhar, todas as benesses que se
    aufere de estar no poder, com a maioria dos presidentes de junta PSD’s a
    apoiar? O que falhou?
    O que falhou Sr. Presidente, foi a sua credibilidade, a sua mesquinhez
    e fraqueza de espirito, que aliás deixou bem patente no “comício” que
    vergonhosamente fez na noite anterior na “Bobadela” que envergonhou todos os
    presentes.
    Como vê Sr. Presidente, o PSD todo esfrangalhado e com uma
    CPC inexistente, vai eleger “Cristina Oliveira” como próxima Presidente da
    Autarquia.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Guerra Junqueiro :o dismissed

    Este Guerra Junqueiro é só rir…
    Devia ter ido lá para perceber que nada falhou, muita afluência…muita gente a apoiar este Presidente que é o único que merece ser apoiado.
    E os assobios encomendados na Bobadela? O Alexandrino calou-os logo, são mesmo fracos vocês!
    E fica aqui um conselho para si: Não cuspa não prato onde comeu. Colocar a ambição desmedida à frente da amizade de longa data é vergonhoso! E a ambição onde o levou? A lado nenhum, foi só dispensado! E agora que está “dismissed” já queria reatar a amizade, olhem bem a lata deste senhor!
    Comprou uma guerra que nunca vai ganhar…
    E depois não diga que não o avisaram.

  • Guerra Junqueiro

    Faça o favor de escolher outro “nick”;
    As amizades não se reatam, consolidam-se.

    Prefiro de longe inimigos do que falsos amigos.
    As guerras nunca se ganham, pode perder-se menos.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Ouvido na barbearia

    – Então a CPC do PSD vai mudar o local das reuniões?
    – Parece que sim. Vai passar a ser na Felgueira Velha.

  • Ouvido na barbearia

    – Então o AL disse que as Assembleias foram um passeio pela Avenida?

    – Parece que sim. A das freguesias foi na Avenida do Volt’atrás, com muitas quedas pelo percurso.

  • Jose António

    Afinal no almoço de apresentação da candidatura do
    Presidente da Camara Municipal de Oliveira do Hospital Dr. José Carlos
    Alexandrino não só havia simpatizantes do partido que o apoia como também vi
    muitos PSD, CDS, PCP e até BE.

    Alguma coisa quer dizer.

    Será que é só pela simpatia que o Presidente manifesta!
    Talvez não, será só isso, penso eu de que, têm mais a haver com o excelente
    trabalho que ele e a sua equipe desenvolveu durante este mandato.

    Se não vejamos todas as freguesias do concelho todos os
    presidentes sejam eles ou elas do PS não houve nenhum que dissesse mal do
    trabalho e apoio que o Presidente deu e continua a dar ás freguesias.

    A minha fraca memória não me recorda de que os anteriores
    presidentes tivessem tanto apoio e simpatia como este realmente está a ter.

  • Ouvido na barbearia

    – Então o JCA já é Dr.?

    – Parece que sim, segundo um tal “José António”.

  • Alfredo Marceneiro

    Caríssimos
    Perante algumas figuras que ontem deram à costa no Senhor das Almas podemos dizer que a política vai de mal a pior….como é possível durante anos andarem com bandeiras do psd e agora, saltam para o outro lado. Não culpo o Ps, muito menos JCA, apenas certos ilustres que andam consoante o lado para onde sopra o vento…….. Faz lembrar o defeso no futebol, contratações de ultima hora, uns que se oferecem, outros que se fazem dificeis,enfim o vale tudo. Pergunto, qual a reação de quem durante anos viu estes senhores às suas portas equipados de laranja?

  • Erasmo de Roterdão

    Então o Jose Carlos Alexandrino não é doutor? Que eu saiba tem duas licenciaturas.Isso das freguesias só deu a confusão que alguns queriam que desse.Tiveram foi azar.Foram à caça ficaram caçados.O PSD fez a lei.Não foram capazes de a defender e pensavam que comiam os outros por parvos.Já tiveram a resposta.Todos os presidentes de junta apoiam o preidente.Uns declaradamente, a maioria.Os outros, implicitamente.

  • Alberto Onofre

    Se tem 2 licenciaturas e não tem nenhum doutoramento, não é doutor, é licenciado como tantos outros por esse país fora que têm a mania que são doutores, quando na verdade apenas são licenciados!

  • Ouvido na barbearia

    – Então parece que JCA é BiDr. ?

    – Parece que sim, segundo um tal “Erasmo de Roterdão”.

    – Deve ter um doutoramento em “brancos” e outro em “tintos”.

    – Ainda este ano deve acabar o doutoramento em “rosé”

  • Ouvido na barbearia

    – Então gostaste dos discursos do PS?
    – Todos muito fraquinhos, no entanto, gostei particularmente da informação simbólica que AL deu ao por os forros dos bolsos para fora.
    – Sim para toda a gente poder ver que não podem contar com ele como o “benemérito mecenas”.

  • Onofre, aprende

    Sr. Aberto Onofre, vou lhe explicar a diferença:(esta gente tira-me a paciência, têm de se lhes ensinar tudo)
    Uma pessoa que tire um doutoramento é Doutor por extenso e não Dr., uma pessoa que é licenciada pode se intitular de Dr., não o deixa de o ser, no entanto só usa esse título se assim quiser.
    Pelo que p Sr. José António disse está muito correcto, Dr. José Carlos Alexandrino.
    Se necessitar de um desenho, também o farei.

  • Guerra Junqueiro

    Caríssimos;

    JCA fez o antigo magistério primário que ficava completo somente com dois anos depois de se ter feito o 9º ano de escolaridade, tendo equivalência ao 11º ano. Era muito menos do que o 12º ano.

    Os alunos mais fracos optavam por fazer o 9º ano e dois de magistério para serem professores primários com um ordenadito que mal dava para sobreviverem. Os mais inteligentes optavam por fazer o 11º ou se possível o 12º que não era pêra doce, sendo muito mais bem pagos do que os do magistério, pois eram muito mais cultos e bem preparados.

    Com a entrada para a CEE vieram esses cursos tipo “novas oportunidades”, fazendo esta gente romaria para Mangualde, onde se instalou a célebre faculdade do IP5. Não notei grandes melhorias aos Drs, que de lá saíram formados. Notei sim grandes fortunas feias pelos professores que lá entregavam informação.
    Portanto, JCA que não se queixe do Cavaco, pois foi ele que trouxe para cá essas licenciaturas das novas oportunidades que fizeram de um simples professor primário num Dr. (da mula russa).

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    Há outros que andaram pelas Inglaterras e não se sabe qual é o curso, pois, nunca ninguém viu diplomas.Quanto ao professor poderá ter essa “licenciatura de Mangualde” parece que tem outra em educação física.Essas licenciaturas não o impediram de ser director de Agrupamento, eleito pelos colegas, nem presidente, eleito pelos Oliveirenses.E como é “fraquinho”, desta vez, vai dar-vos uma abada. Se esse magistério Primário era assim tão mauzinho, consta que o teu líder, até aí chumbou, na admissão.à primeira..! Perdes tão boas oportunidades de estar calado.Afonso Henriques não sabia ler.O Relvas sabia mal e chegou a ministro…

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Quando estiveres mais calmo, pede-lhe que ele mostra-te, e são várias.
    A tal licenciatura que alegas, é a mesma que foi obtida na famosa universidade do IP5.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Ouvido na barbearia

    – Então vão apresentar a mulher do Marques para nº3?
    – Parece que sim. O Engº Vasco vai ter fortes possibilidades de ser o futuro presidente da câmara.

  • Erasmo de Roterdão

    E tu a falares conversa mole , dessas. para o Belarmino..! Não sabes que, esse, faz questão de dizer, publicamente, que tem a 4ª Classe? Para ti, que és um provinciano: Sabes que o Saramago nem a “Universidade de Mangualde” tinha? Não obstante, é o único prémio Nobel de literatura, em Portugal.Quando se invocam esses argumentos…! O Povbo não foi enganado.Conhece as pessoas desde sempre.Esses que se dizem doutores e depois é o que se sabe…Tamegas, Soares da Costa Amorim, algum destes fundadores era doutor..?Os teus doutores faziam melhor..? És um doidinho.O da Felgueira já te passou a perna, que é para aprenderes..!

  • Erasmo de Roterdão

    Alberto Onofre: Completamente de acordo.Aliás, este pedantismo dos doutores e engenheiros, é próprio de Paises 3º mundistas.Nos outros, tratam-se as pessoas pelos nomes.Além do mais, tomara muito licenciado ter a cultura de muitos que o não são.O Eurico da Fonseca falava de astronomia como pouicos, não era licenciado.Já falei do Saramago.E nem vou falar do de Vinci, Pitágoras e esses todos.Pobreza. Eu preciso de saber é se fazem melhor que os outros.Parece que sim.Que há uma quase unanimidade, parece que sim.Que são gente humilde, não tenho dúvidas.Quando é preciso puxar pelos galóes, alguma coisa vai mal, Senhor “Guerra” .Não se disponibilizou para mostrar os seus “canudos”, lá das terras de Sua Majestade…Quando quiser ver o meu diga.Tem média de 18. E não é do “IP5″…

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Fizeste a 4ª classe com média 18? Os meus parabéns.
    Sem dúvida que a evolução do mundo se deve a pessoas sem formação.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Ouvido na barbearia

    – Então o Zé Ricardo foi ao almoço do JCA?

    – Parece que sim. Retaliou as escolhas de Marcelo Nuno.

  • Ouvido na barbearia

    – Quem representa actualmente a CPC do PSD de OH?
    – Parece que é a família da Felgueira, o genro do médico e o Tété.

    – Então e os outros?
    – Não conseguiram resistir a tanto charme.

  • Erasmo de Roterdão

    Tens razão.O Regulamento do Conde de Lipe, sabes quem foi, tinha escrita uma norma, que depois foi adoptada no Estatuto do Oficial da Armada e no Estatuto do Oficial do Exercito. que dizia: “O Sargento da companhia tem que saber ler, porque o oficial pode ser nobre e, como tal, analfabeto”..! Foi por causa disso é que, logo a sedguir, o Marquês de POmbal mandou criar o Real Colégio dos Nobres..Respondendo à tua questão, já tenho ouvido o Belarmino desafiar alguns para se sentarem do outro lado da mesa e responderem,ambos a um exame.Vê lá se ele te desafia e ficas mal visto.Pelo menos já te fez perceber a lei das autarquias e o Regulamento da AM.E só não pagaste 500 aéreos porque ele é pelo diálogo.Põe-te fino…

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Já é a 3ª vez que te respondo sobre “Guilherme
    Schaumburg-Lippe”, com dois pês.

    No que respeita a darem voz de prisão ao homem, era capaz de ser giro. Esteve nessa sala o “Paulo Campos” e deixaram-no fugir.

    Estou disponível para qualquer debate. Por agora, deixo-te com alguma informação sobre “Lippe”, pois ainda estás na ignorância quanto tal proeminente figura.

    Cumprimentos

    Guerra Junqueiro

    “A – Introdução

    Iniciam-se estas reflexões por um ligeiro esboço da situação político/militar em Portugal antes da Guerra dos 7 anos. Procura-se seguidamente apresentar um breve perfil do Marechal-General Conde de Lippe, quer como militar, quer como homem, fazendo referência daquilo que se julgou ser o mais importante legado ao nosso país; e conclui-se focando o Conde de Lippe como Maçon.

    D. José I era o rei de Portugal e tinha como Primeiro-Ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, a quem concedeu o título de Conde de Oeiras em 1759, e mais tarde, em 1769, o título de Marquês de Pombal.

    Sem ameaças exteriores e com a necessidade interna de diminuir o poder do exército, o governo de D. José I, descurou completamente o aparelho militar. O Marquês de Pombal, por desafecto às instituições militares, ou porque de todo o absorvia o delírio de aniquilar a companhia de Jesus e a Nobreza, recordo que só os nobres tinham acesso aos postos mais elevados da hierarquia militar, tornou-se tão sensível a degradação do exército e a sua penúria, que teve dificuldade em reunir tropas que policiassem Lisboa após o terramoto de 1755. Portugal estava em paz há 48 anos, desde a guerra de sucessão de Espanha (1701-1714). Os militares desabituaram-se de suportar as armas, os generais de suportar a disciplina e o poder político de suportar o exército, na prática, não existiam Forças Armadas. Em 1756, deflagrou, para a época, uma autêntica guerra mundial – a guerra dos 7 anos – entre a França e a Inglaterra. Portugal manteve-se neutral, solução aparentemente lógica, mas a verdadeira razão desta postura, era e tem-no sido frequentemente, por não termos Forças Armadas que nos permitissem batermo-nos com as potências beligerantes, ou melhor, a ausência de Forças Armadas. Contudo, um encontro naval entre as esquadras Inglesas e Francesas em águas territoriais Portuguesas, com a subsequente derrota Francesa e a perseguição aos navios Franceses até junto dos Fortes da cidade de Lagos. Este episódio serviu de motivo para reclamações da França e uma posterior invasão do território nacional por forças espanholas, em 1762, que se tinha mantido também neutral. Mas, após a subida ao trono de Carlos III em 1759, anti-britânico, facilitou uma aliança entre a Espanha e a França, denominada na época “Pacto de família” assinado em 15 de Agosto de 1761, pois os Bourbon reinavam em França, Espanha, Nápoles e Parma. De salientar que D. José I recusou-se a aderir ao pacto, em virtude da velha aliança Luso-Britânica.

    Toda a política externa de Portugal andava à volta da antiga aliança com a Inglaterra, mais por interesse de manter as suas ex-colónias, nunca se virando para a Europa, fronteira terrestre. País ribeirinho e projectado pelo mar nos outros continentes, encontrou-se sempre numa situação incómoda de ser fronteira, zona de interesse, campo de manobra, margem de discussão e apetites, das grandes potências europeias, entre os poderes marítimo e continental – a dialéctica entre o mar e a terra. Porque a geografia é tirânica e persistente, não era a 1ª vez que enfrentávamos este dilema, nem seria a última – com Napoleão de 1801 a 1814, a situação ainda foi mais dramática pela intensidade da luta. Situação que ainda hoje persiste, embora atenuada pela perda do Ultramar.

    O Conde de Oeiras solicitou ajuda para a defesa do território pela invasão das tropas Espanholas à Inglaterra. O pedido era explícito na necessidade de nomear um “Mestre-de-Campo-General” que conseguisse organizar o exército, e o envio de uma vasta quantidade de equipamento e tropa. O Rei de Inglaterra, Jorge II, escolheu Guilherme Schaumburg-Lippe, conde reinante do pequeno condado Schaumburg-Lippe desde os seus 24 anos de idade. O Conde de Lippe, embora fosse Alemão de nascimento, possuía uma elevada reputação militar e gozava de grande estima, até porque era membro da família real Inglesa.

    B – O conde Lippe como militar:

    O conde Lippe chegou a Portugal em 02.07.1762 regressando ao seu condado em Setembro de 1764 e fazendo uma visita a Portugal no período 1767-68, fez-se acompanhar por vários oficiais alemães, entre os quais, o príncipe Carlos Luiz Frederico, Duque de Mecklamburg, marechal de campo do exército Inglês e irmão da rainha Inglesa. O Conde de Lippe verá consagrado o tratamento por Alteza Sereníssima, ocupará o lugar cimeiro da hierarquia e debate os problemas directamente com o Conde de Oeiras. A sua autoridade encontra-se plenamente consolidada após o episódio, real ou inventado, do atentado contra o Rei D. José I, e a espectacular eliminação física de um conjunto de elementos da primeira nobreza, considerados como “conspiradores”.

    O Conde de Lippe assentou praça nas guardas inglesas, posteriormente passou à marinha e esteve na companhia contra os turcos em 1745. Em 1748, sucedeu ao seu pai no governo do seu condado. No começo da guerra dos 7 anos (1756) ligou o exército que organizara, segundo as regras prussianas, às tropas de Hanôver. Teve o cargo de grão mestre de artilharia, tomando parte em várias batalhas. Para um militar experiente no campo de batalha e que acompanhava a evolução dos exércitos mais modernos da época, quando chegou a Portugal, verificando o estado do nosso exército e para fazer face à invasão das tropas Espanholas, concentrou o seu primeiro esforço em disciplinar o exército. Fê-lo, quer no campo da moral, tentando acabar com uma das maiores fontes de deserção das praças e do descontentamento dos oficiais – o pagamento do pré atempadamente. No campo material, procurou fardar e equipar o pessoal o melhor que pôde.

    Em 1762, inicia-se a invasão espanhola e as primeiras 5 praças, caíram sem que tivesse sido dado um tiro. O Conde de Lippe, avaliando um fraco valor militar das suas tropas, procurou apenas obstar a que o exército espanhol não entrasse muito em território nacional, mas o suficiente para ter que se dispersar e limitou-se a uma guerra de posição, concebendo a sua estratégia:

    – Conseguiu mobilizar a população para o conceito do “direito de defesa” em que atacava as rectaguardas e flancos e essencialmente as colunas de reabastecimento. Tipo guerra de guerrilha.

    – Constitui um exército de 15.000 homens em igual proporção de portugueses e ingleses dispersando-os em 5 destacamentos que os colocou em expectativa, de modo a poder lançá-los, com oportunidade, nos pontos ameaçados, para ofensivas rápidas, mas determinadas.

    – Guarneceu as praças com as tropas menos preparadas

    Madrid, apercebendo-se da estratégia montada, obrigou à suspensão da ofensiva, querendo substituir o Comandante da Forças – Marquês de Sarria – pelo Conde de Aranda, oficial mais experiente em campanha.

    Esta quebra de ímpeto, permitiu ao Conde Lippe, rearticular os seus destacamentos, manobrando-os em reacção ao inimigo. Entretanto, a paz de Fontainebleau pôs termo à guerra dos sete anos e fazia suspender as operações entre Portugal e Espanha. O tratado de paz definitivo que assegurou a restituição recíproca de prisioneiros e a devolução das praças ainda ocupadas (Chaves e Almada) só foi assinado em 10 de Fevereiro de 1763, sendo publicado em Lisboa no dia 25 de Março. Desde o início da campanha e durante ela, teve contra si, a má vontade dos vedores (entidades que tinham por missão o pagamento dos salários e aquisição dos géneros e artigos militares) como também da maioria dos generais e oficiais superiores, fidalgos aparentados entre si. O Conde era militar das luzes desejoso de aprender, intelectual e militar ímpar, ao contrário da grande maioria dos oficiais portugueses de perfil tradicional.

    Ao perfil do Conde de Lippe, permito-me sublinhar ou acrescentar alguns traços, que parece justo serem realçados:

    Grande capacidade de comando. Se comandar é o correcto exercício da autoridade sobre as forças militares e a autoridade é a capacidade de ser obedecido, ele conseguiu, com a prudência e o tacto que a difícil situação recomendava, mas com um elevado sentido de responsabilidade e perseverança, tornando-se efectivamente no Comandante do Exército Português.

    Sentimento de honra. Servindo um rei estrangeiro em terra alheia, desinteressado dos bens materiais e repouso que a condição lhe merecia. A transformação que exerce no espírito do soldado Português, aliás, como ele descreve nas suas memórias “Admirável perseverança do soldado português”, que suportou as maiores privações, e que, não obstante o pronto estrago do calçado, marchava alegremente por aqueles caminhos de agudos rochedos, deixando por toda a parte vestígios dos seus pés ensanguentados.

    Elevada capacidade de organização. Sendo já evidente na campanha de 1762, ficou sobejamente comprovada pela sua acção posterior, pelo cuidado posto na reorganização do exército.

    C – O Conde Lippe como homem:

    Vejamos em breves traços o seu perfil e personalidade. O conde chegou a Lisboa em 2 de Julho de 1762, com 38 anos, de nome completo Frederico Guilherme Ernesto, filho do conde Alberto Wolgang, estudou em Leida e Montpelier. Era versado em matemática, ciências militares, artilharia, história, filosofia e ainda ciências políticas a até medicina. Dominava várias línguas e foi grande amador musical, exímio executante de cravo e violino. Além da vastíssima cultura intelectual, era dotado de forte constituição física, sóbrio na alimentação e pouco dormia. Era forte na esgrima, cavalgando admiravelmente e muito ágil no salto em altura. Magro, nervoso e robusto, de testa larga, olhos rasgados e proeminentes. Inteligente e benévolo, era sóbrio na palavra, mas esta corria-lhe sempre lúcida e afável. Trajava, sempre fato azul singelo, sempre abotoado, não se distinguindo senão pela cruz da Águia Negra bordada, que usava sempre na sobrecasaca. Andava sempre de chapéu armado e de botas altas.

    Não resisto a transcrever, como o seu secretário e intérprete, Manuel Arriaga Brun da Silveira, o descreve: “ O que desculpa e disfarça tudo, é o Sr. Marechal, menos o que respeita ao serviço de El-Rei, em que então não se pode conter. Não vi homem mais desprezador dos trabalhos, das fadigas, do fausto; reparte o tempo no conhecimento do país e na expedição das ordens e exposições. É inimigo da lisonja, do cortejo, do cortejo, do aplauso; o que quer é ver o soldado, o oficial no seu posto; dá com uma cega generosidade e mostra não saber o que é uma moeda de 6.400; é calado, amigo do silêncio e da ordem”.

    D – Transformação do exército – Legado

    Terminada a campanha de 1762, o conde de Oeiras não quis descurar o problema militar e, protelando a partida do Conde de Lippe, desejoso de regressar a casa, aproveitou a sua permanência para dotar o exército de uma nova organização e de regulamentação adequada a consolidar a disciplina das tropas e promover a sua instrução

    O Conde de Lippe, pela sua experiência concluiu, que só poderia ter êxito se se verificasse:

    – Total envolvimento do poder político nessa transformação. Este tem de compreender a necessidade da mudança, disponibilizar recursos e acima de tudo acompanhar o processo de mudança, já antevia a necessidade de subordinação das Forças Armadas ao poder político.

    – A transformação das forças armadas tem de ser sentida e levada a cabo por toda a hierarquia da organização nomeadamente na sua estrutura superior, principalmente a capacidade de liderar a motivar toda a cadeia de comando.

    – Em resumo, para se efectuar a mudança militar, são essenciais três fontes: normas culturais, a política e a estratégia, e novas tecnologias.

    Elaborou os regulamentos sobre:

    – Pessoal: Regionalização do recrutamento

    – Justiça: A manutenção da disciplina nas fileiras constitui uma das suas principais preocupações, tendo sido introduzido pela 1ª vez o conceito de foro militar.

    – Liderança: O Conde acaba definitivamente com as promoções por favor adoptando critérios de competência e mérito. Passa a ser-se nobre por ser oficial e deixa de haver oficiais só por serem nobres.

    – Ensino: Cria o real colégio dos nobres, assim como bibliotecas em todas as unidades militares. Segundo afirmava – a leitura serve para se formar o espírito militar e prover-se de ideias: por ela se enriquece com as luzes e com a experiência dos outros.

    – Treino: Determina a execução de manobras militares, periódicas, com o objectivo do ensino e prática das evoluções e implementação de novas tácticas. Faz com que o poder político, representado pelo rei e pelo primeiro-ministro, estejam presentes.

    – Tecnologia: Restaura várias fortalezas e a construção do Forte da Graça em Elvas completou o sistema defensivo.

    Posteriormente e com a partida definitiva do Conde de Lippe, o governo do Marquês de Pombal desinteressou-se pela sua obra, quase em absoluto. Segundo alguns autores, a inexistência de um exército forte, disciplinado e bem comandado deriva de uma deliberada intenção do Conde de Oeiras de não criar algo que pudesse constituir um entrave à forma como exercia o poder.

    Em conclusão, o legado do Conde de Lippe, não são apenas livros e documentos que podemos ler em transcrições, ou que dormem tranquilamente na poeira dos arquivos. O seu legado é o exemplo do profissionalismo, a transcendência da missão de defesa, a actualidade de muitas das suas preocupações. É enfim, a necessidade de o reler, para quem tem, por dever conseguir a nossa defesa sem termos que chamar, outra vez, um Conde de Lippe.

    E – O Conde de Lippe como maçon:

    Como já referi, o Conde de Lippe residiu em Portugal de 2 de Julho de 1762 a 20 de Setembro de 1764, e, posteriormente, de 16 de Setembro de 1767 a 1 de Março de 1768. Era maçon de rito alemão da estrita observância. Através do seu perfil, já pudemos observar, que nele imperavam os valores sagrados de uma espiritualidade humanista e de uma ética radicada no respeito pelo semelhante e pela sociedade. Observava com rigor a fraternidade assente na igualdade de oportunidades e na correcção das desigualdades, no respeito por todos. Praticava a tolerância, a paz e compreensão, única forma de tornar profícua a busca da luz.

    Rodeou-se de oficiais também maçons, que trouxe consigo para Portugal. O seu papel na Maçonaria foi relevante desde 1762, quando os seus oficiais, conquistaram adeptos em franjas do tecido social, principalmente no exército, mas também na nobreza, diplomacia, mercearia e cultura. Fundaram-se várias lojas: em Lisboa, Valença, Funchal, Coimbra, Almada, Elvas, Olivença, Estremoz e outras, onde quer que existissem guarnições militares importantes. E quando não houve oportunidade, ou iniciativa, para a instalação de oficinas, houve “irmãos“, dispersos por todo o país que difundiram os ideais maçónicos, contribuindo para o seu melhor conhecimento por parte dos Portugueses. A tradição da profunda influência do Conde de Lippe na Maçonaria Portuguesa mantinha-se ainda bem viva em meados do século XIX, conforme declarações de “irmãos” bem informados, como Silva Carvalho em 1846, ou Miguel António Dias em 1853.

    A sua intervenção teve ainda mais relevo, até porque na época, a Maçonaria encontrava-se adormecida, pelas seguintes razões:

    Em 28 de Abril de 1738, o Papa Clemente XII, a coberto da bula In Eminenti Apostolatus Speculu, formulou a primeira das muitas condenações da Igreja Católica contra a Maçonaria. Condenava e proibia os conventículos, local de reunião dos Pedreiros-livres, proibia aos católicos que neles entrassem, ou de qualquer forma, que os propagassem, ocultassem e auxiliassem, sob pena de excomunhão, e ainda ordenava aos bispos e aos inquisidores que inquirissem os transgressores e contra eles procedessem, castigando-os.

    O inquisidor-mor Português, cardeal D. Nuno da Cunha, lembrando a existência de lojas maçónicas em Portugal e a consequente necessidade de fazer publicar a bula em Lisboa quanto antes.

    O Edital da Inquisição, datado de Lisboa a 28 de Setembro de 1738, após sumariar a bula papal, admoestava e exortava todos os católicos portugueses e residentes em Portugal, a que lhe dessem cumprimento, e mandava, sob pena de excomunhão, que todos, quer eclesiásticos quer seculares, denunciassem ao Santo Ofício, as lojas ou assembleias maçónicas que conhecessem, dentro do prazo de 30 dias. Para que não se pudesse alegar desconhecimento, o edital era enviado aos abades, priores, reitores do reino e conquistas, para que o lessem e publicassem nas igrejas e fizessem afixar às respectivas portas.

    Assim, a intervenção violenta do poder inquisitorial travou durante algum tempo a expansão da Maçonaria.

    Com a morte de D. João V, a 30 de Julho de 1950 e a subida ao trono de D. José, o poder caiu gradualmente nas mãos de Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal.

    Acontece que o novo ministro nunca permitiu que a inquisição perseguisse os maçons.

    A razão mais plausível, é que Carvalho e Melo pode ter sido iniciado Maçon em Londres, entre 1738 e 1744, ou, com menos probabilidade em Viena, entre 1745 e 1749, tal como foi aceite sócio da prestigiada Royal Society. Em Viena, conviveu com Maçons conhecidos e ilustres, p. ex. Manuel Teles da Silva, duque e príncipe de Silva Tarouca, e dá-se como certo que tivesse visitado a loja “Aux Trois Canons”.

    Verificou-se uma tolerância plena para com maçons confessos, guindando-os aos mais altos cargos e favorecendo-os com a sua protecção declarada.

    O quarto de século que grosso modo, correspondem à governação de Sebastião José Carvalho e Melo – Marquês de Pombal, além de ser rico em iniciações, quer de cidadãos nacionais que residiam no território, como tivemos oportunidade de verificar, também aqueles quer que residissem no estrangeiro ou de passagem, pertencentes às mais variadas profissões, verificam-se uma riqueza de simbologia maçónica, nomeadamente em construções, fotografias e estátuas.”

  • Erasmo de Roterdão

    Algo me diz que nem fazias ideia de quem o homem foi, nem o que fez.Hoje em dia, sabido um nome, é fácil dissertar.Desde que esteja na internet.Temos que falar é sobre o que lá não está.

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Tens-me em muito má conta!!! Não subestimes os adversários.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

    «O mais corajoso de todos os homens nem sempre tem a coragem de
    afirmar aquilo que sabe de certeza.» Nietzsche

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Falemos então do seguinte;

    a) Porque não perguntam ao Mário Soares porque é que esteve preso em Toulouse, França?
    b) Porque não perguntam ao Mário Soares porque é que andou dezenas de anos fugitivo da justiça francesa?
    c) Porque não perguntam ao Mário Soares se era o dono da Emaudio?
    d) Porque não perguntam quem eram os donos do B.P.N.? Para que servia além de lavar o dinheiro sujo da Camorra e dos amigos da Guiné-Bissau? Porque é que o Governo Socialista o nacionalizou?
    e) Porque não perguntam ao Otelo Saraiva de Carvalho onde esteve entre os dias 23/04/74 e 26/04/74?
    f) Porque não perguntam ao Almeida Santos quantos quilates de diamantes falsos recebeu do Samora Marchel?
    g) Porque não perguntam ao Manel Alegre que informações transmitia na Rádio Alger?
    h) Porque não perguntam ao Ramalho Eanes (como PR) porque abandonou os militares portugueses em Timor?
    i) Porque não perguntam ao Mário Soares se ainda guarda na sua Fundação a fortuna do François Miterrand?
    j) Porque não perguntam ao Barroso porque é que a U.E. ainda não aplicou as sanções económicas a Cabo Verde e Guiné-Bissau pelo tráfico de droga?
    k) Porque não perguntam ao Mário Soares, Ramalho Eanes, Otelo Saraiva de Carvalho, etc. o que são os Amigos da Guiné-Bissau?
    l) Porque não perguntam ao Mário Soares se ele ainda é o homem mais rico de Andorra?
    m) Porque é que a imprensa escondeu dos portugueses o que a imprensa estrangeira dizia da bancarrota portuguesa (desde 2008)?
    n) Quem é que telefonou ao Freitas do Amaral a dizer-lhe para ficar doente num dia em que caiu uma avioneta em Camarate?
    o) Quando é que o PCP vai devolver os ficheiros da PIDE? O que lá está registado que tanto medo lhes meteu e mete? E porque os enviou para a ex – União Soviética por onde ainda devem andar?
    p) O PCP ainda lava dinheiro sujo na festa do Avante?
    q) Porque é que na última visita a França de Mário Soares, estava um juiz acompanhado por dois polícias para o prenderem?
    r) Perguntem ao Almeida Santos o que sabe do assassinato do Samora Machel.
    s) Perguntem ao Mário Soares o que é que a fundação dele anda a fazer em Timor.
    t) Perguntem aos controladores aéreos quando publicam um boletim de salário.
    u) Perguntem aos maquinistas da CP quando publicam um boletim de salário.
    v) Perguntem aos maquinistas do Metro de Lisboa quando publicam um boletim de salário.
    w) Perguntem aos funcionários dos Estaleiros de Viana do castelo, quantos salários recebem por ano.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    Ó “Guerra”: Duas questões. O que tenho eu a ver com esta gente? O que é que coscuvilhice tem a ver com cultura? Bem pelo contrário..

    Outra coisa: Agora viraste para deitar abaixo a CPC do PSD e afins? Já estou ciumento..!
    Chego à conclusão que já te deste por vencido e já andas a arranjar “bodes expiatórios” para a porrada e esclarecimentos que aqui te dei..És novo “piqueno”.E tens uma ambição desmedida. Tens é que pedir perdão pelas traições que fizeste.Especialmente a que fizeste a ti próprio..!

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Lá por teres um nick de um teólogo, não te fazia tão padreco.

    Estás tão enganado a meu respeito. A minha ambição é tornar-me melhor cada dia que passa.

    Não perguntas-te por coisas que não estão na net? Aí as tens. Mas há mais, muito mais.

    Outra coisa. Aquelas situações são sérias, não são coscuvilhices.

    Nunca me chames traidor, levo isso a sério, e posso escolher-te.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    Ó “Guerra”: Estás a ficar passado..?Mas quem é que te disse que essas coisas não estão na net? Se não exisitirem não podem lá estar.Outra coisa: Para tanta cultura, não anda por aqui um ífen a mais, numa palavra chave,em termos de ortografia..? Farto-me de te dizer que não tens vida para isto, mas “prontes”.Então e sobre a “guerrilha” ao “grande líder”, é só nos comentários do “pontal”..?E querias tu ganhar o “campeonato”com aquela equipa..! Valha-te Deus..! Quando é que começas a ir pelo que eu te digo?

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Quando não sabes, faz por te remeter ao silencio.
    Vê lá se as voltas te saem trocadas.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    Estás à defesa, “Guerra”? Gastaste o “cartuxame” todo antes de tempo, agora, ficas de espectador..!

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Achas que sim?
    Pois eu acho que a arma ainda está travada.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    A arma, não sei.A cabeça nota-se que sim.Muito..! Convenceste.te que eras algo de sobrenatural, não percebeste a naturalidade das coisas.Vai daí ficaste completamente desenquadrado..! Mas não ligues.Quem está errado somos nós todos.Não acompanhamos a velocidade do teu raciocínio nem o alcance das tuas superiores propostas..! Estás muito avançado no tempo..!

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Não preciso de tal elogio.
    Sobrenatural és tu. Um aborto vivo.
    Infelizmente para as tuas bandas é caso normal.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    “Guerra”: Põe-te calmo..! Queres que te faça um sitrep? Então lá vai..! Eras “irmão gémeo” do Alex. Aquela mente “doentia” que tu sabes, para ver se fazia estragos profundos, atacou próximo.Tu, como bom rapaz que és, mas só isso, perante o nº2 com ligação a 1º, por desitência da tua candidata, não pensaste duas vezes. Embarcaste..! Mandaste as amizades e os princípios às urtigas, porque, “outros valores$$$ mais altos, se “alevantavam”..! Passate a “ponta de lança”, da arruaça, foste fazer aquele triste espectáculo à AM, assumiste-te escriba de serviço. e começaste a “tercear” aqui com o Erasmo que, depois de uma rápida análise, te começou a “estender a passadeira”.E tanto reagiste que se acabou a reação, e a “pasadeira” foi puxada..! Agora, nem 2º nem 1º, Jogado para canto, desencatado com o líder,viraste para ele a “artilharia”. Estás de costas com os amigos, e dizes-te um supersumo. Porque contra factos não há argumentos, espero que tenhas aprendido alguma coisa e que tenhas aprendido a frase que tantas vezes te escrevi :”O teu Deus servirás, o teu Deus não tentarás”. Mas como um fiel servo de Deus, tens o meu perdão e a minha benção.Humildade meu filho.Há mais alegria no céu quando lá chega um pecador do que quando chegam cem justos.Desses, já se estava à espera.E por que a bondade de Deus é magnânima e infinita, pede perdão pelos teus pecados que, eu, vou orar por ti..!

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Achas então isso?
    Esperava outro respeito da tua parte. Os meus valores, longe ficam do vil metal.
    Vai pelo lado da honra e respeito que acharás o real caminho.
    Como já deves ter dado conta, não viro a cara a luta.
    Derrotar-se-à quem tiver de ser derrotado.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Roberto Santos

    “Dizem que há muitas festas. Querem que o povo fique em casa e triste? Podemos não ter dinheiro, mas pelo menos somos alegres”

    Quem é que escreve os discursos ao “presidente”?

    Para não ver o povo triste, basta fazer o que prometeu. Apenas criar postos de trabalho e condições para manter os jovens da terra no concelho! Basta apenas isso.

  • Erasmo de Roterdão

    Outra vez para canto!!!

  • Erasmo de Roterdão

    “Guerra”:O respeito, guarda-se e merece-se.Sabes bem que não estiveste no teu melhor.Os erros pagam-se.

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Quem paga os erros são aqueles que elegem nulidades.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Fernando Andrade

    Democracia (“demo+kratos”) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista, parlamentarista, monárquico constitucional e republicano.

    As Democracias podem ser divididas em diferentes tipos, baseado em um número de distinções. A distinção mais importante acontece entre democracia direta (algumas vezes chamada “democracia pura”), quando o povo expressa a sua vontade por voto direto em cada assunto particular, e a democracia representativa (algumas vezes chamada “democracia indireta”), quando o povo expressa sua vontade por meio da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.

  • Erasmo de Roterdão

    Tena razão “Guerra”: Por causa disso é que Vânia ficar a chuchar no dedo..!

  • Erasmo de Roterdão

    “Vais ficar a chuchar no dedo”

  • Carlos Gouveia

    Trazem mais de 12 milhões do QREN para Oliveira e onde é que estão esses mais de 12 milhões? É que 12 milhões dão para fazer muitas obras! Até uma nova ESTGOH podia ser construída com 12 milhões e ainda sobrava muito dinheiro!

  • Erasmo de Roterdão

    Os políticos são maus mas, os eleitores! O cavalheiro não sabe que as obras é preciso candidatá-las e, depois, têm que ser feitas e pagas antes de receber?Se não as vê só pode ser ignorância, má fé ou cegueira…Fico-me pela ultima!!!

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Quais obras?

    As das freguesias?
    As do PDM?
    As do Centro de Saúde?
    As do Agrupamento?
    As da BLC3?
    As das IC’s?
    As da ESTHOG?

    No início prometeu-se uma por dia, mas isso já foi há muito
    tempo. 100 dias, 100 obras lembram-se? Acredito mais em 100 dias, 100 festas.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    As que foram candidatadas,feitas e recebidas.Que eu saiba os presidentes de junta estão todos satisfeitos.Pelo menos estão todos com o Alex!!! O maior cego é o que não quer ver…

  • Mário Carvalho

    Erasmo, enumere detalhadamente todas as obras que já foram feitas para o nosso caro amigo Guerra ficar elucidado.

  • Erasmo de Roterdão

    Isso nem em meio dia a escrever.Naturalmente não as tenho todas.
    Sei o que é publico que se conseguiram mais de 11 milhões de euros,em 2011.Ele que vá à Câmara que o prof.Daniel presta-lhe essa informação.o “Guerra” quer é conversa.Ele sabe bem o que foi feito.

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    O que temos mais neste País são obras feitas, a maioria sem dinheiro para as manter. Conhecidas como elefantes brancos. Oliveira tem que chegue, e cada vez vai ter mais, como lhe mostrarei.
    Aquelas que enunciei, é que… chapéu. Só com outra gente. Gente que pense o concelho sem que seja um peso para o Estado.
    Este presidente, só cria peso ao Estado.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Sebastião Pereira

    Eu que tive de mudar de concelho e não sei tudo o que se passa por aí, também gostava de saber quais foram as obras todas feitas por este executivo.

  • Erasmo de Roterdão

    “Guerra”: Claro.Só que,para fazer o que o senhor quer fazer,primeiro tem que se candidatar.Depois, tem que colocar essas obras no programa.Depois tem que esperar que o Povo analise e lhee dê confiança e mandato para as fazer.O seu problema e o de muitos, e serem capazes de lidar e aceitar , as regras democráticas.As coisas,tal como o senhor as põe, não são exequíveis.A isso chama-se autocracia ou ditadura.Eu vi como foi na AM, como foi com o Paulo Mendes.A gente sabe o que lhes anda na alma..! Nem são precisas as eleições.O Povo já lhes está a responder.Sr.”Sebastião Pereira.Há muitos anos que o senhor tem esse problema.O maior cego é o que não quer ver.Que o dinheiro veio, veio,Que para vir é preciso a obra estar feita e paga,é.Se os senhores não vêm o problema não é político. É do foro oftalmológico…

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Questão fundamental:
    O concelho está melhor do que há quatro anos atrás?

    Quanto ao Paulo Mendes, não passa de uma garotice, tendo o rapaz já idade para outro comportamento.
    Ás três e meia da madrugada de uma sexta feira devidamente regada, deu-lhe para destruir o material da JSD e provocar desacates.
    Chegou a casa e contou ao papá que logo se informou de como havia de actuar, pois já tem experiência neste ramo.
    Deu-lhe um par de lambadas e mandou-o ir ao hospital de modo a proporcionar uma queixa. E como não são para pouco, vai daí e culpam o vice-presidente.
    Enfim esperteza saloia.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Erasmo de Roterdão

    Se está melhor? Do ponto de vista das responsabilidades e competências da Câmara,só tu e os arruaças é que não vêm.Do ponto de vista do que depende do Governo, bem,eles nem sequer se entendem quanto mais fazer alguma coisa.Só se for as tristes figuras e o poder pelo poder dos últimos dias!!!

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    O governo é que o “papão”.
    Não se esqueçam que estiveram 2 anos com o anterior “governo maravilha”.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Guerra Junqueiro

    Belarmino;

    Este governo que tanto críticas deixou sair os que mais contribuíram
    para o sucesso da recuperação, o Estado que tanto defendes, continua obeso, e
    pelas vossas ideias, morreria de enfarte. Já os privados têm feito milagres por
    este País, levando-nos a constatar que o País é “formiga” e o Estado é “cigarra”,
    se não vejamos:

    1.Os dados mais recentes quanto ao desempenho da economia
    portuguesa confirmam, com crescente evidência, o que aqui referimos por mais de
    uma vez: estamos a testemunhar uma verdadeira revolução económica, que se
    traduz numa total inversão do desequilíbrio de contas com o exterior em que o
    País viveu durante mais de 15 anos e que nos endividaram até ao limite das
    forças…
    2. A informação da última edição do Boletim Estatístico do BdeP, divulgado na
    semana passada, referente ao período até Maio, é muito elucidativa a este
    respeito, como se depreende pela evolução das principais rubricas da Balança de
    Pagamentos com o exterior:
    – Saldo das Balanças de Bens + Serviços = + € 875 milhões
    – Saldo das Balanças Corrente + Capital = + € 1.437 milhões
    3. Em função do padrão habitual intra-anual, estes excedentes deverão aumentar
    significativamente nos próximos meses, tendo o BdeP, no Boletim Económico de
    Verão, divulgado também na pretérita semana, apresentado projecções de
    superavits para o conjunto do ano em curso que atingem 3% e 4,5% do PIB para as
    Balanças de Bens+ Serviços e para as Balanças Corrente+Capital, respectivamente,
    aumentando para 4,9% e 6% do PIB em 2014.
    4. Ao mesmo tempo, existem informações que parecem confirmar que a economia terá
    abandonado tecnicamente o “mood” recessão já no 2º trimestre do corrente ano,
    esperando-se que o PIB venha a apresentar uma variação positiva, em relação ao
    trimestre anterior, após 10 trimestres SUCESSIVOS de declínio…
    5. E, certamente baseado nessas mesmas informações, o BdeP, no referido Boletim
    Económico, apresentou um cenário para o comportamento do PIB no corrente ano
    que, sendo ainda negativo, se mostra no entanto menos negativo do que o
    anterior – a previsão é agora de uma queda do PIB de -2%, a anterior era -2,3%,
    cumprindo recordar que em 2012 foi -3,2% – abrindo-se perspectivas de
    estabilização ou mesmo de ligeiro crescimento em 2014.
    6. Ao mesmo tempo que isto acontece, pondo em evidência o enorme esforço que tem
    vindo a ser realizado pela economia privada, (i) que se mostrou capaz de se
    adaptar às dificílimas circunstâncias que a terrível inépcia dos políticos lhe
    criaram e culminaram na espectacular confissão de derrota do Memo de
    Entendimento celebrado em Maio de 2011, (ii) que “arregaçou as mangas”, (iii)
    que trabalhou sem descanso, sem entrar em greves, (iv) que foi capaz de se
    reestruturar com muito sacrifício para tantos, (iv) que passou a vender muito
    mais nos mercados externos do que no mercado doméstico, (vi) que foi, em suma,
    capaz de mudar radicalmente de vida…
    7…o Estado, com os seus diferentes sectores administrativos e empresariais,
    continua a resistir quanto pode a mudar de vida, a reestruturar-se (ainda não
    se reestruturou, salvo em alguns sectores muito específicos), continua obeso e
    anafado, gastando o que pode e o que não pode, acumulando dívida crescente,
    voltando a subir a despesa com a preciosa ajuda do TC (como se vê pela
    informação orçamental ontem divulgada), agravando extraordinariamente a
    tributação sobre o sector privado para poder manter seus vícios, fazendo greves
    a torto e a direito para conservar vantagens que o País não pode mais sustentar…uma
    cigarra incorrigível, em suma! Que impressionante contraste!

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro

  • Sebastião Pereira

    Erasmo, volto a dizer que como não estou aí em Oliveira já há 2 anos, não tenho acompanhado nem visto o que por aí se tem feito, por isso será que custa muito dizer-me quais é que foram as obras feitas nos últimos 2 anos?

  • Erasmo de Roterdão

    É só consultar o plano de actividades da CÃmara,ou as actas da AM.Estão lá dos últimos anos.Procure que tem lá a informação toda.