Ribeiro de Almeida criticou “falta de compostura” da última Assembleia Municipal

Munido de um vasto conjunto de adjectivos que fez questão de enumerar, José Ribeiro de Almeida manifestou, esta manhã, o seu desagrado pelo facto de a Assembleia Municipal de 26 de Junho ter decorrido “em muitos períodos sem compostura, com falta de ética e nível, ignorância democrática e desrespeito pelos cidadãos”.

Aproveitando para alertar o vice-presidente, que hoje substituía Mário Alves, sobre o facto de não ter sido oficialmente informado da realização daquela reunião – “estive presente, porque soube por outras pessoas”, referiu – o eleito socialista defendeu que “as pessoas têm que ter elevação nas atitudes e dizer o que têm a dizer sem insultos”.

Visivelmente incomodado com a intervenção do parceiro de vereação, José Francisco Rolo recordou a Ribeiro de Almeida que ele próprio já foi “vítima de ataques em tom insultuoso”.

“Seja aqui, seja na Assembleia Municipal devem-se acabar com as insinuações, devem-se falar de factos e de pessoas”, sublinhou Rolo considerando que a “insinuação leva à revolta, porque é a sonegação da frontalidade que deve haver na política”.

Sem se alongar em considerações, o vice-presidente da autarquia partilhou da posição assumida por Ribeiro de Almeida. “Subscrevo que as reuniões devem ocorrer com elevação e respeito mútuo”, referiu Paulo Rocha.

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