Ainda não está concluído o roteiro turístico do concelho de Oliveira do Hospital. “Está a ser preparado e espero que saia rapidamente para a rua”, referiu o presidente da Câmara Municipal que em resposta à interpelação do vereador socialista José Francisco Rolo acabou por desvalorizar a sua importância, notando que não lhe “parece determinante, em face dos novos meios como a Internet”. Informou também que se encontra a aguardar por uma reunião com o presidente da Área de Turismo do Centro.

 

Roteiro turístico continua em fase de preparação

Imagem vazia padrãoAinda no período antes da ordem do dia da reunião do executivo, o tema foi levantado por aquele eleito socialista que criticou a demora da compilação de “um instrumento fundamental, que anda para ser elaborado desde o anterior mandato”. “No anterior mandato foi contratado um fotógrafo e uma pessoa para o compilar. Já passaram vários Verões e está a chegar mais um”, denunciou José Francisco Rolo, imputando sobre o executivo camarário a responsabilidade de criar um roteiro que reúna, entre outras coisas, “as rotas turísticas e os locais a visitar com informação bilingue”. “O município tem que ficar dotado de roteiro turístico em papel e formato interactivo”, reforçou o vereador socialista, recordando que “o tema já se arrasta há demasiados anos e que continua a não haver notícias sobre o roteiro”.

 

Estudantes fizeram queixa

Na mesma reunião, Rolo deu conta de duas queixas que lhe chegaram por parte de jovens finalistas de cursos de arquitectura e geografia, a quem – como disse – foi negada a prestação de informações por parte da câmara para a conclusão dos seus trabalhos de final de curso.

“Estas situações devem ser evitadas e haver um maior acolhimento aos jovens do ensino superior e profissional”, afirmou o vereador, realçando que os trabalhos desenvolvidos pelos jovens constituem “uma mais-valia” para o município, podendo até vir a ser aproveitados. Contou que o referido finalista de arquitectura desenvolveu o seu trabalho em Óbidos, onde acabou “por ser muito útil para a sua conservação”.

Garantindo que “toda a informação está no portal do município”, Mário Alves lamentou que estudantes tenham feito queixa ao vereador e não tenham falado com o presidente da câmara. Explicou, contudo, que o procedimento a seguir pelos jovens nessa situação é o de, primeiro, consultarem o portal da autarquia e, não obtendo a informação necessária, remeterem uma carta ao presidente a especificarem o que necessitam. Completamente fora de questão está a possibilidade de câmara dispor de pessoal “só para responder aos inquéritos de toda a gente”. “Tinha que ter aqui duas ou três pessoas que não fizessem mais nada”, rematou

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