Rui Rio considerou imoral o que se está a fazer às vítimas dos incêndios durante visita a Oliveira do Hospital

O líder do PSD considerou hoje durante uma visita a Oliveira do Hospital imoral e eticamente reprovável aquilo que o governo tem feito no apoio às vítimas dos incêndios do ano passado. Rui Rio diz ainda que o mais duro é dizerem que está tudo bem, quando no terreno se verifica que está tudo mal.

“As pessoas não recebem os apoios a que têm direito e diria que aqui já não estamos a falar de lei ou regulamentos, mas de ética e moral”, disse, criticando a atitude daqueles que na hora das catástrofes se mostram muito preocupados, mas depois se vão esquecendo. “Os governantes são muito solidários com as pessoas, mas depois passa e esquecem. Já não é uma questão política. É uma forma de estar na vida”, continuou o líder social-democrata que ao longo da manhã foi ouvindo várias queixas por parte dos lesados.

“Não consigo compreender como é que os serviços não são sensíveis e depois se desculpam que os prazos são curtos ou cumpridos”, sublinhou Rui Rio dando mesmo o exemplo de um senhor que lhe apresentou um caso em demorou mais a entregar o projecto, porque teve de tratar primeiro das pessoas e que apesar de ter entrado dentro do prazo depois lhe disseram que os regulamentos tinham sido alterados. “Perante estas catástrofes não podemos estar presos a esses pormenores. Admito que muitas vezes são os serviços a emperrar, mas a responsabilidade no limite é sempre do governo”, frisou.

O presidente do PSD, Rui Rio, criticou ainda o Governo por assumir compromissos nos sectores da saúde e da educação que não tem condições para cumprir. Questionado pelos jornalistas sobre casos de profissionais de saúde ainda a cumprir 40 horas de trabalho semanais, Rui Rio vincou que o país “não tinha condições para passar das 40 para as 35 horas” de trabalho no sector da saúde. “Há sectores que têm condições e há sectores que não têm condições. O sector da saúde não tem condições”, sublinhou, referindo que esta alteração ao horário de trabalho surgiu no âmbito do compromisso do Governo com o Bloco de Esquerda e com o PCP. Para o líder social democrata, esta alteração resulta de “um objectivo de natureza político-partidária que vem agora em prejuízo das populações e dos próprios profissionais, porque não é nada agradável para os profissionais de saúde estarem a trabalhar nesta situação de aperto – em que estavam e estarão mais”.

Já sobre as reivindicações dos professores e sobre as declarações de António Costa de que para se investir no IP3 não se investe na evolução das carreiras, Rui Rio aplicou o mesmo raciocínio, frisando que, “quando um Governo se compromete com os professores a fazer a revisão das carreiras num dado termo tinha que ter a certeza que o podia fazer ou pelo menos como o poderia fazer”. “Que os meios são escassos e se aplica num determinado objectivo e não se pode aplicar noutro, isso é evidente. Mas então, eu comprometo-me com o objectivo que posso fazer e não com um que não posso fazer. Agora, o que é lógico é que não podemos ir para lá do que é possível”, referiu o líder do PSD.

Rui Rio disse ainda que é contra a possibilidade de greve dos juízes, por ser um órgão de soberania.”Independentemente do dossiê em concreto, não consigo compreender como é que um órgão de soberania faz greve”, comentou Rui Rio, questionado pelos jornalistas sobre a possibilidade assumida pela Associação Sindical dos Juízes Portugueses de avançar com uma greve inédita destes profissionais. O líder social democrata explicou que nunca poderá “estar de acordo com uma greve num órgão de soberania”.

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  • IP 3 -20 anos de etraso

    Muito bem…
    Rui, o do rio, resolveu passar – melhor – passear – onde antes de 15 de outubro de 2017 era tudo verde…
    Mas passou..e passeou…pela primeira vez…não fazia ideia…e não faz…nem nunca fará!
    Rui , o rio, andou, como tantos outros, a passear no rio Douro, e quer continuar…
    Imagine-se, o tal de doutor, o do rio, a perceber , um pouco, daquilo que por cá se passa.
    Zero.
    Veio, porque o comandaram…e não foi em barca turística, dessa, do Douro, onde até, antigamente, o vinho passava…
    Rio, não o do Douro, mostrou-se, infantilmente, em OH.
    E para quê?
    Para vir dizer que …já foi um cavaquistão…um durão…um santalopedurão.
    Rui, o tal de rio, intentou uma sagaz questão:
    – Como quero o centrão, deixa-me lá dar corda aos sapatitos – eleitorais! – e dizer que o Costa tem razão: para os professores, zero.
    Magnífico!
    Os professores, os funcionários públicos – no entender, de facto, dessa endrominagem global, com televisões, jornais, comentadores e arredores (entenda-se: presidentes de juntas, de câmaras, etc, etc.
    É pena, muita pena, que os antigos Pepedistas não dêm a cara…
    Nem profs.
    Ficámos, todos, os cidadãos deste país – a esmagadora maioria dos cidadãos deste país não sabe onde fica o IP 3 – a saber que o inconfiável Costa mandou bitaites: ele, que esteve em governos que aceitaram construções de Autoestradas de primeiríssima qualidade, bloqueadas por negócios insondáveis, o medíocre desse – agora – primeiro ministro – para se vingar da imbecilidade dos governos que integrou – diz que não há nada para ninguém.
    Lamentamos, como desde o tempo de António, o Guterres, o das Farturas e das Paixões…
    que os verdadeiros professores do concelho ainda não tenham entregue – isso sim, sendo profs PS, o cartão!
    Masnão o fazem.
    E sabemos porquê.
    Como, antes , os do PPD/PSD nunca o fizeram