Salvé, Franz Shubert! Autor: João Dinis, Jano

Sim –  Salvé ! – que faz 220 anos, a 31 de Janeiro, desde a data de teu nascimento !

Vida curta foi a tua, perfizeste apenas 31 anos.   Mas foi uma vida intensa, muito cheia de sons, de orações, de canções, de música em estilo “romântico” do melhor com que a nossa Civilização já foi contemplada.

Foste grande !  E foste contemporâneo de  Beethoven e (praticamente) de Mozart,  “apenas” dois excepcionais músicos  com quem, evidentemente, te identificavas musicalmente pelo menos.  De alguma forma, o teu “azar” foi teres sido “entalado”, pela vida e pelas circunstâncias do “ofício-música”, entre esses dois incomparáveis músicos.  É assim a modos, e passe a comparação, aquilo que acontece com vários jogadores de futebol de classe “extra” mas “entalados, nos últimos 12 anos, entre Messi  e Cristiano Ronaldo…

Ainda assim, és considerado, com razão, como o maior “poeta” musical.

Tua doce “Serenata”  foi uma das minhas músicas de berço.  Meu pai, enquanto amador um excelente músico, tocava-a permanentemente e, “só” por ele, eu ouvi-a, com o maior prazer, durante quase 60 anos !  Muitos anos mais tarde do que foi para mim (já sem o meu pai), a tua doce “Serenata” foi uma das músicas de berço de minha filha.

Neste momento, gostaria de saber tocar, ou de cantar para ti, a tua incomparável  “Avé Maria” !

Obrigado, Franz Shubert !

janoentrev1Autor: João Dinis, Jano

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