Seis concelhos em risco máximo de incêndio

Seis concelhos do centro e sul do país apresentam risco extremo de incêndio, esta segunda-feira, dia em que começa a época mais crítica em fogos florestais.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Santarém, Leiria e Castelo Branco são os que apresentam maiores riscos de incêndio, tendo quase todos os restantes concelhos em risco elevado ou muito elevado.
Em risco extremo encontram-se quatro concelhos de Santarém, um no Porto e um no barlavento algarvio.
Às 07h35, o site da Autoridade Nacional Proteção Civil não registava grandes incêndios ativos, mas no domingo contabilizou 210 fogos pelo país, que foram combatidos por 3676 operacionais, com a ajuda de 987 veículos.

Início da fase “Charlie”
Durante a fase “Charlie” de combate a incêndios florestais, que se prolonga até 30 de setembro, vão estar operacionais 2172 equipas de diferentes forças envolvidas, 1976 viaturas e 9337 elementos, além dos 237 postos de vigia da responsabilidade da GNR, segundo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).
Até ao final de Setembro, vão estar também disponíveis 45 meios aéreos, a que se juntam o helicóptero Allouete III e o avião C-295M da Força Aérea Portuguesa, cooperação que este ano vai estar no terreno pela primeira vez.
O DECIF apresenta ainda como novidades dez grupos de reforço de ataque ampliado, denominados GRUATA, a utilização de máquinas de rastos para apoiarem às ações de combate a incêndios florestais e a participação de cerca de mil reclusos em ações de prevenção e vigilância.
O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais vai custar este ano 78,5 milhões de euros, o que reflete um aumento de quase 5% em relação a 2012.
As corporações de bombeiros também recebem este ano um reforço de verbas de 11%, que totaliza 2,3 milhões de euros em 2013.

jn.pt

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