Teve início a votação para as 7 Maravilhas do Património Cultural e Ambiental do concelho

 

O site da Escola Secundária de Oliveira do hospital permite, desde ontem, a votação para a eleição das 7 Maravilhas do Património Cultural e Ambiental do concelho de Oliveira do Hospital.

Disponível também através do telefone da Escola, a votação vai decorrer até 15 de maio, sendo que cada pessoa só pode votar em duas das 20 maravilhas culturais e ambientais, respetivamente.

A concurso estão alguns dos mais emblemáticos monumentos e outras riquezas culturais e ambientais do concelho. Entre as 10 Maravilhas Culturais nomeadas encontram-se a Capela dos Ferreiros, Igreja de Lourosa, Ponte de Alvôco, Anta da Arcaínha, Santuário de Nª Srª das Preces, Ruínas do Castelo de Avô, Igreja de São Gião, Convento do Desagravo, Ruínas Romanas da Bobadela e Palheiras dos Fiais.

O Açude do rio Seia, Açude do Ervedal, Açude da Moenda de Alvôco, Tília da Igreja Matriz de Oliveira do Hospital, Colcurinho, Varandas de Avô, Jardim do Santuário de Nª Srª das Preces, Miradouro da Penha, Vale do Alva e Afloramento Granítico do Formarigo integram o grupo das 10 maravilhas ambientais nomeadas.

A responsabilidade da iniciativa é da turma do 12ºF, Curso de Educação e Formação – Técnico de Informação e Animação Turística, da Escola Secundária de Oliveira do Hospital.

Desafiada pela direção da escola a dinamizar uma atividade dirigida à comunidade oliveirense, a turma decidiu reproduzir, a nível local, o conhecido concurso da eleição das “7 maravilhas”. Para o efeito, realizou um trabalho de levantamento do património existente nas 21 freguesias do concelho e, por consenso, avançou com a nomeação de 10 maravilhas do património cultural e outras tantas do património ambiental.

Com este projeto, coordenado pelos professores Célia Lourenço e José Carlos Santos, os alunos pretendem “dar visibilidade ao que o concelho tem de melhor”. “Constatámos que muitos alunos desconheciam a riqueza cultural do concelho”, referiu Célia Lourenço, numa conferência de imprensa realizada, ontem, para assinalar o arranque oficial do concurso.

Para além do desconhecimento, a turma deparou-se igualmente com a má qualidade de alguns acessos às maravilhas naturais. José Carlos Santos destacou o caso do Miradouro da Penha e sugeriu à Câmara Municipal a melhoria dos acessos, a colocação de placas toponímicas e até a elaboração de um roteiro turístico.

Para o docente, está em causa um forte potencial turístico que deve ser explorado e para o qual o concurso está a dar o seu contributo. “O turismo é um setor que pode gerar receitas e postos de trabalho no concelho”, observou José Carlos Santos.

A vereadora do pelouro da Cultura e da Educação da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital reconhece a mais valia do concurso, chegando a considerar que se trata de “uma ideia brilhante”. “O projeto só valoriza o concelho”, referiu Graça Silva, que também se revelou sensibilizada pelo facto de no concelho existirem jovens “interessados em valorizar o património do concelho”. Considerando que “só por isso já valeu a pena”, a vereadora espera que outros projetos se venham a realizar com objetivo semelhante, porque “há muitas coisas para descobrir”.

Graça silva sossegou ainda o docente José Carlos Santos com a indicação de que a autarquia tem em curso um projeto na área do turismo, com vista a preservar o património concelhio e que em breve será apresentado junto do Turismo do Centro.

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