“Lamento que haja um determinado tipo de pessoas que ande a tapar o resultado com este tipo de coisas”, referiu ao Correio da Beira Serra, o reeleito presidente da JSD de Oliveira do Hospital, ...

Veloso lamenta que “determinado tipo de pessoas ande a tapar o resultado” que o reconduziu na JSD

numa reacção ao facto de Jorge Carvalho ter impugnado o acto eleitoral, do qual saiu derrotado o jovem social-democrata Nuno Caetano.

Imagem vazia padrãoEmbora tenha ouvido de Carvalho a garantia de que a impugnação não era contra a sua lista, mas antes contra à forma como decorreu o processo inerente às eleições, Veloso discorda da atitude do militante afecto à lista derrotada, por considerar que “não houve nenhuma irregularidade” e que o objectivo é o de “levantarem suspeitas sem razões de ser”. A este jornal, clarificou que ambos os candidatos e os delegados da mesa de voto estiveram reunidos com o representante da JSD distrital, onde foram abordadas as questões, agora usadas por Carvalho como argumento para justificar a impugnação. “O militante Jorge Carvalho não esteve presente, por isso não está a par do que foi falado na reunião”, referiu o reeleito líder da JSD, revelando que, aquando da apresentação da impugnação o delegado da lista B disse “não se rever” no conteúdo da mesma. “As coisas foram clarificadas”, acrescentou Carlos Veloso, referindo que tal como ele, também o candidato Nuno Caetano, teve acesso a todos os e-mails endereçados pelo secretariado-geral nacional do PSD.

Vencedor das eleições de 26 de Abril, Veloso confessa-se “magoado com o facto de quererem tapar o sol com a peneira”, quando “o importante foi o voto dos militantes”. Enquanto conhecedor dos estatutos, diz não ver razões para a impugnação, mas sublinha que caberá ao Conselho de Jurisdição decidir. Por agora confessa que lhe dá “vontade de rir”, porque “os resultados são mais do que óbvios”.

 

  
Delegado da lista B garante “haver motivo para impugnação” Imagem vazia padrão

 

Negando ter dito que não se revia no teor da impugnação apresentada por Jorge Carvalho, o delegado da Lista B na mesa de voto referiu ao CBS que no que respeita à inexistência de um caderno eleitoral que permitisse controlar o decorrer da eleição, “há motivos para impugnação”. Nuno Tavares Pereira revelou que o acto eleitoral decorreu com base numa listagem de militantes recepcionada via e-mail e endereçada pela distrital JSD, possibilitando o voto de jovens que não constavam da referida lista. “Há quatro miúdos que votaram que não estavam na lista”, contou.

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