Vereador do PSD prestou esclarecimento e direção do FCOH admite “dureza” na resposta

A troca de ‘galhardetes’ entre o vereador do PSD na autarquia oliveirense e a direção do FCOH parece estar sanada. Mário Alves prestou esclarecimentos em Assembleia Geral do clube realizada ontem e, em comunicado, a direção do FCOH garante não ter tido intenção de faltar à consideração do ex presidente de Câmara.

A direção do Futebol Clube de Oliveira do Hospital acaba de considerar sem efeito o conjunto de declarações que, ao abrigo do direito de resposta, teceu a propósito da intervenção do vereador do PSD em reunião da Câmara Municipal, quando se discutia a atribuição de um subsídio extraordinário de cinco mil Euros destinado ao clube que, no final da época desportiva, regressou ao campeonato distrital de futebol.

“Ficou claro para todos quanto integram a direção do FCOH após os esclarecimentos prestados pelo próprio, que as afirmações proferidas pelo Sr. vereador do PSD não pretenderam, por qualquer forma, atacar a honra do clube, nem sequer a seriedade e dignidade de quem integra os respetivos órgãos sociais”, adianta a direção do FCOH num comunicado acabado de chegar à redação do correiodabeiraserra.com e através do qual, admite a “dureza na resposta dada” – “assente num excesso de linguagem”, refere – ao vereador Mário Alves. “Através da resposta dada, a direção do FCOH não pretendeu faltar à consideração, nem tão pouco atingir a honra, seriedade e dignidade do Sr. vereador do PSD, do associado do FCOH e do cidadão Mário Américo Franco Alves (as quais nunca foram postas em causa)”, continua ainda a direção do clube oliveirense, reconhecendo que a “dureza” da resposta derivou da interpretação que a direção do FCOH deu a declarações proferidas em reunião pública da Câmara e que “os esclarecimentos entretanto prestados pelo próprio clarificaram, e mostraram ser destituída de fundamento”.

Refira-se que esta posição agora assumida surge na sequência de uma primeira em que, tomando por base declarações prestada por Alves em reunião do executivo, a direção do FCOH acusou o vereador do PSD – que votou contra a atribuição do subsídio de cinco mil euros e apelidou os dirigentes do FCOH de “esta gente” – de “desrespeitar e desprezar o clube”.

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