Vila Franca da Beira une-se em “abaixo assinado” para reclamar prometida extensão de saúde

Cansada de esperar pela prometida extensão de saúde em Ervedal da Beira, a população de Vila Franca da Beira uniu-se em “abaixo assinado” para reclamar a construção das novas instalações.

Inconformismo é o sentimento que por esta altura afeta a população de Vila Franca da Beira que, há dois anos à espera que a Administração Regional de Saúde do Centro dê cumprimento ao protocolo firmado com a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital com vista à construção de uma extensão de saúde em Ervedal da Beira, não compactua com o silencio a que aquela estrutura se tem remetido face aos vários ofícios com que tem sido confrontada.

Motivo mais do que suficiente para fazer circular entre os vilafranquenses um abaixo assinado que, subscrito por uma centena de populares, já foi enviado ao presidente da República, primeiro ministro, ministro da Saúde e demais responsáveis, entre os quais os presidentes da Administração Regional de Saúde do Centro e da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.

No documento que decorre da constatação de que a ARS Centro e ministério da Saúde “roeram a corda” relativamente ao referido protocolo firmado em 2011, os vilafranquenses apelam para que “tudo se faça” para que sejam construídas as referidas instalações. Em causa está um investimento na ordem dos 150 mil Euros e cujo projeto resulta da adaptação das instalações meio concluídas da antiga casa do povo da freguesia de Ervedal da Beira.

Ao mesmo tempo que apelam à construção da extensão de Saúde, os vilafranquenses peticionam a prestação de “alguns serviços básicos de saúde pública” nas localidades abrangidas pela extensão de saúde de Ervedal da Beira e com os quais – refere o documento – as autarquias estão disponíveis para colaborar. Uma matéria que, de acordo com o presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira tem sido descurada pela ARS Centro que “nem sequer deu resposta a ofícios da Junta em que se propunha a abertura de serviços simples de enfermagem na povoação onde durante anos funcionou um “Posto Avançado de Acompanhamento a Idosos” e cujo encerramento obrigou a que a população e “os muitos idosos, tenham agora que se deslocar até à Extensão de Saúde em Ervedal que não tem condições”.

“Pelo menos, poderiam funcionar cá, nas boas instalações aqui existentes, os pretendidos Serviços de Enfermagem. Pois nem isso a ARS do Centro encara. Nem responde aos nossos pedidos”, refere ainda João Dinis.

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  • Guerra Junqueiro

    Prof. João Dinis;

    Corra-os à pedrada.

    Cumprimentos
    Guerra Junqueiro