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Arrendatário diz que Centro Comercial Areias em Oliveira do Hospital está em processo de degradação

Um dos arrendatários do Centro Comercial Areias, no centro de Oliveira do Hospital, está agastado com a situação que se vive no edifício nos últimos dois anos. Miguel Ângelo Pais, que tem naquele empreendimento o seu gabinete arquitectura, sente-se indignado por ver os serviços comuns do edifício sem limpeza, sem condomínio, sem luz e sem segurança contra incêndios. O serviço de água foi ontem restabelecido.

“Desde que o proprietário faleceu que os herdeiros têm permitido que este empreendimento se vá degradando”, frisa. “Antes era o dono quem pagava porque tinha também várias lojas. Mas os herdeiros pelos vistos entendem que não é assim. Consideram, aparentemente, que há proprietários de fracções que também deveriam comparticipar nas despesas das zonas comuns, o que não acontece. A verdade é que quando fiz o meu contrato, a renda já incluía as partes comuns, até porque estamos a falar de um Centro Comercial”, explica.

Este desenhador projectista já apresentou queixa na Câmara Municipal, na Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, ASAE e ACT. “Mas até ao momento não obtive qualquer resposta. Nada. E existem uma série de ilegalidades, como a falta de sistema de segurança contra incêndios”, explica, sublinhando que não entende como é que ontem os serviços municipais voltaram a ligar a água. “Isto é surpreendente porque só o condomínio, que não existe, é que poderia pedir esse serviço”, frisa.

Miguel Ângelo Pais lamenta que nenhuma das entidades tenha intervido. Não se conforma com a situação. Assegura que tem a sua renda em dia e que por isso considera que também lhe cabe a prerrogativa de reivindicar os seus direitos. “Os donos têm direito a receber, mas também têm as suas obrigações”, diz, lamentando que um edifício mesmo no centro da cidade de Oliveira do Hospital esteja nesta situação. “Espero que alguma entidade venha a intervir e coloque dentro da legalidade aquilo que não me parece estar de acordo com a lei”, rematou.

 

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