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João Tilly defende médicos para o interior, discriminação positiva e o fim das CCDR

O partido Chega quer mais médicos no interior, discriminação positiva para estas regiões e pretende acabar com as CCDR. Estes são alguns dos cinco eixos estruturantes, segundo aquela força partidária, para o interior do país e para uma nova reorganização desta zona de Portugal apresentados no congresso do partido liderado por André Ventura durante o fim-de-semana em Évora. Esta moção foi apresentada pelo presidente da Distrital de Viseu e professor em Seia, João Tilly, que defendeu o fim das Comissões de Desenvolvimento Regional (CCDR).

Segundo este responsável, as CCDR só servem para absorver milhares de euros para alimentar o “chapéu de tachos para os boys do costume”. “Este dinheiro poderia ser utilizado para dinamizar o interior”, defendeu, sublinhando que a moção dedicada ao interior, e que foi designada “Desfibrilhar o Interior”, tem cinco pez páginas. “Dado a sua extensão vou falar apenas dos aspectos mais importantes e o resto poderá ser consultado na nossa página da internet”, explicou, frisando como primeiro ponto a discriminação positiva para o interior em termos de impostos para as empresas e pessoas.

“Defendemos zero por cento na TSU, no IRC e nas portagens. Nos dois primeiros anos pagaria quem cá está. Quem vier criar riqueza nos três anos sequintes pagaria 50 por cento e daí para a frente 25 por cento, até existir um equilíbrio a nível nacional”, defendeu este professor que assegurou que o Chega também coloca a saúde do interior no topo das prioridades. Defendeu cheques saúde e a obrigatotiedade dos médicos em inicio de carreira passarem pelo interior. “Na saúde tem de existir discriminação. Não podemos estar cinco anos à espera de morrer. Tem de existir um cheque saúde para quem espera mais de seis meses para ser operada”, disse.

João Tilly defendeu também que é necessário dar um empurrão ao turismo no interior. E lembrou que a seguir ao Algarve é por aqui que se situa a segunda maior fonte de atracção turística. “Mas é preciso dar uma ajuda”, frisou, adiantando que é preciso travar com a actual desertificação progressiva.

 

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