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António Lopes garante que promessa de fardamento para a Filarmónica Sangianense foi feita pelo presidente da Câmara e lamenta atitude do presidente da colectividade

O eleito à Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital António Lopes mostrou-se surpreendido com as queixas apresentadas hoje de manhã pelo presidente da Filarmónica Sangianense em reunião do executivo autárquico, nas quais responsabiliza àquele deputado pelas dificuldades que a instituição a que preside atravessa. Manuel Garcia terá referido na reunião da autarquia que os problemas foram causados por uma “promessa” de António Lopes em custear o novo fardamento do grupo (que já foi adquirido e custou 8870 euros) e que, até ao momento, não terá sido cumprida. António Lopes, porém, diz que a promessa foi feita por José Carlos Alexandrino, embora estivesse “a pensar” na sua “carteira para pagar”.

“Quem prometeu foi o actual presidente, só que, como acontecia em muitos jantares, com a carteira do António Lopes. Era uma situação recorrente”, explica o deputado municipal, lamentando ainda que Manuel Garcia se tenha prestado a esta encenação. “O senhor presidente anda a sentir-se muito preocupado com o António Lopes e depois promove estes números. Lamento é que o senhor Manuel Garcia se tenha prestado a este papel”, acusa.

Para reforçar a sua tese, António Lopes faz questão de mostrar osMail 1 mails que trocou hoje ao início da tarde (a partir das 13h00), ao que tudo indica já depois da reunião do executivo, sobre este assunto com o presidente da filarmónica Sangianense. “Não fazia ideia era que o assunto tinha sido discutido. Fui surpreendido com a notícia da Rádio Boa Nova”, frisa António Lopes que, na troca de correio com o responsável da colectividade, até tinha assumido que, uma vez que a autarquia não pagava, iria ele suportar os custos do fardamento. “Aquilo que

mail 222prometo é para cumprir, não posso é pagar as promessas que os outros fazem com a minha carteira. Mas tinha assumido hoje num dos mail’s que seria eu a pagar”, sublinha.

O executivo autárquico, entretanto, acabou por aprovar por unanimidade um subsídio de “emergência” de três mil euros, no sentido de suprir as necessidades da Filarmónica devido ao investimento no fardamento. Ao mesmo tempo ficou ainda prevista a atribuição de mais dois mil euros, perfazendo um total de cinco mil euros, para ajudar a colectividade a superar este momento. Com isto, o presidente da Câmara Municipal, segundo a Rádio Boa Nova, não pretende “pagar as promessas de outros”. Mas, segundo a mesma rádio, José Carlos Alexandrino diz sentir-se “na obrigação” de ajudar a Filarmónica, sob pena de “qualquer dia penhorarem a filarmónica por causa das fardas”. Curiosamente, nos mails trocados com António Lopes, Manuel Garcia não faz qualquer referência à reunião do mail 3executivo que decorreu pela manhã.

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