Home - Região - Oliveira do Hospital - António Lopes solicita agendamento de visita à BLC3
António Lopes

António Lopes solicita agendamento de visita à BLC3

O eleito António Lopes solicitou ao presidente da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital, Rodrigues Gonçalves, que lhe agende uma visita institucional na qualidade de membro da Assembleia Municipal à BLC3. António Lopes diz pretender com esta visita tomar conhecimento no local daquilo que de bom se está a fazer na instituição, bem como verificar os geradores e outro equipamento, cujas condições de aquisição pretende “conhecer melhor”. Pede igualmente que lhe seja cabalmente explicado o que conduziu os aparelhos para preços muito mais elevados que aqueles que aparente conseguiu numa consulta ao mercado.

Aquele eleito quer também que lhe seja explicado o processo de “alienação de 49 por cento da BLC Evolution por 490 euros” a favor do líder da instituição, João Nunes. Na última AM, o presidente da autarquia, José Carlos Alexandrino, explicou que aquele processo decorreu apenas para que a BLC tivesse acesso a determinados subsídios e que João Nunes que ficou com as participações, mas assinou, na hora, um documento em que as mesmas revertem novamente para a instituição. “Mas não sou bruxo. No portal da Justiça não existe lá referência a nenhum documento a dizer que aquelas participações revertem novamente para a BLC. Nem sequer tal assunto veio a uma Assembleia Municipal como deveria ter acontecido”, frisa António Lopes que pretende com esta visita “erradicar o tal clima de suspeição” de que foi acusado de levantar. Por isso solicita, desde logo, a preparação dos respectivos documentos que pretende recolher para análise e estudo”.

Sublinhando aquilo que classifica como “falta de cultura democrática, na última Assembleia Municipal e as referências degradantes do Senhor Presidente de Câmara, em substituição dos esclarecimentos e fornecimento dos documentos a que legalmente” diz ter direito”, António Lopes achou por bem solicitar esta visita. O eleito refere ainda que não que precisa de autorização para o acto, mas considera que exercendo um cargo de representação, acha que tal deve obedecer às melhores regras de conduta democrática e relacionamento cívico.

LEIA TAMBÉM

“Vivemos em cima de um barril de pólvora”

O Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões (MAAVIM) acusa as autoridades …

Oliveira do Hospital com praias para receber 760 banhistas, com Avô a liderar com 410 espaços

O Governo publicou hoje a capacidade de ocupação das praias para a época balnear 2021 …