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CDU reclama da Junta “mais respeito pelos mortos e vivos” de Vila Franca da Beira

A CDU acusou a União de Freguesia de Ervedal e Vila Franca da Beira de desleixo relativamente ao Cemitério em Vila Franca da Beira. “A entrada do Cemitério tem as Plantas secas e os Arbustos e Árvores estão tipo ‘matagal’…   E dentro do Cemitério, crescem e secam Plantas daninhas um pouco por todo o lado. Sim, está mal cuidado o Cemitério que é sagrado !  Não pode continuar assim!”, referem em comunicado. “Reclama-se a esta Junta de Freguesia mais respeito pelos mortos e pelos vivos!”.

Mas as criticas nãi se ficam por aqui e os membros da CDU lembram que também a rede de caminhos agro-florestais está em muito mau estado geral. “Estão esburacados e quase cobertos por matagais.  Isso mesmo temos referenciado, com frequência, à Junta de Freguesia e à Câmara, mas (ainda) sem resultados”, frisam, acusando ainda a autarquia de não ter estendido uma intervenção em Ervedal da Beira a Vila Franca da Beira.

“Há dias, também referenciámos a “estada”, por aqui perto, de máquinas ao serviço da(s) Autarquia(s) e que operaram, sobretudo, no caminho de acesso e junto ao Açude da Ribeira, na zona de Ervedal da Beira.  Claro que se não contesta essa intervenção que era necessária. Porém, não se entende, e também por isso não se aceita, que essas mesmas máquinas sejam, por assim dizer, “máquinas voadoras” as quais, se bem por aqui poisam por perto uns tempitos, mais rapidamente ainda daqui levantam voo e se vão embora…”, referem.

“Está mal este procedimento, embora também já seja uma espécie de “epidemia” que afecta essas “planificações”, afinal pouco ou nada planificadas pela “ditadura das maiorias PS” na Câmara e na Junta de Freguesia!”, diz a CDU de Vila Franca da Beira que não entende a razão de não serem convenientemente arranjados os nove quilómetros que faltam do Estradão do Fundo do Vale do Mondego que, garantem, serve uma zona cheia de potencialidades. “É a zona mais bonita da nossa Cordinha, mas também tem sido valorizada apenas por privados, o que não abona nada em favor da Autarquia e dos sucessivos Governos…”.

Defendem ainda o  arranjo urgente do Açude do Moinho das Figueiras, o segundo maior Açude do Rio Seia que se encontra em ruínas. “Muitos de nós conhecemo-lo bem que por lá nos banhávamos, em jovens…  Da parte da CDU, têm sido constantes os apelos à Junta de Freguesia e à Câmara para que o mandem arranjar e depressa.  Porém, e lamentavelmente, Junta e Câmara têm feito orelhas moucas pelo que o Açude das Figueiras continua a desmoronar-se. Não pode ser assim!”, concluem.

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