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“Confinaram-nos” o Espírito do Natal e vão “apagar” a saída do Ano Velho… Autor: João Dinis, Jano

“Confinaram-nos” o Espírito do Natal

e vão “apagar” a saída do Ano Velho e a entrada no Ano Novo…

Mas a Vacina anti-Covid, quando chega ela, à População “sofredora”?!

 

Sou daqueles que, convictamente, afirmam estar a ser violentados com estas restrições impostas em sucessivos “Estados de emergência” e “Estados de sítio” a pretexto da pandemia tal como no-la têm “pintado”.

Também afirmo que, sim, são necessários cuidados especiais que este “bicho covidiano” é “bicho ruim” e tem que ser combatido e anulado !

Porém, e repito pela enésima vez, não são necessárias tantas restrições à liberdade individual e colectiva.  E que é uma violência brutal tanto medo instigado!

É que, além do mais, a População Portuguesa tem dado todas as provas em compreender estes tempos difíceis e em acatar, “docilmente” aliás, as tais restrições que eu reputo como excessivas.  Então, para quê e para quem tanta “violência institucional”?

Entretanto, os mesmos e “zelosos guardiões” do nosso bem-estar – do Presidente da República, ao Presidente da Assembleia da República e ao Primeiro-Ministro – parecem muito satisfeitos pelo atraso oficial – objectivo  – com que planeiam proporcionar a Vacina anti-Covid 19 a toda a População Portuguesa!  

Sim, a Vacina devia ser aplicada – toda – até ao início do Verão, no máximo.  Aliás como pretendem fazer outros países. Mas, por cá, e segundo o anunciado “Plano Nacional de Vacinação anti-Covid 19”, a vacinação poderá alargar-se mesmo durante o ano de 2022 ?!      É mau que isso possa vir a acontecer !  Aliás, isso não pode acontecer !

É muito estranho não ver ninguém na rua, não poder conviver em liberdade, nestes dias!

Mais do que deserta, fizeram da minha Aldeia uma Aldeia Fantasma !

 

Sei que se sair para fora de casa – são agora 17 horas de 27 Dezembro, 2020 — não vou encontrar ninguém na rua e os cafés estão fechados, na minha Aldeia. 

Mas, o problema da minha Aldeia, aliás como de todas as Aldeias que por aqui conheço, é terem Gente a menos, normalmente.  O problema não é terem Gente a mais e com ou sem pandemia.   Então e ainda por cima nos “enjaulam” em casa ?!  Então, não bastava termos de usar máscara e, até, não podermos sair do nosso Concelho ?…

Há umas horitas atrás, eu passei no Largo da Capela, da minha Aldeia.  Tradicionalmente, estaria por ali a arder um magnífico “Cepo de Natal e Ano Novo”.  Porém, hoje, apenas encontrei lá um “cepito” composto por meia dúzia de tronquitos meio enfarruscados. Ali, apagados, abandonados.  Sem ninguém que os acenda, que os aqueça, que lhes dê aquela espécie de vida crepitante que nos aquece a nós e nos remete para o encontro/convívio, indefinível e insubstituível, com os nossos Conterrâneos de hoje e de antanho também…à volta do “Cepo de Natal e Ano Novo”, no caso em Vila Franca da Beira !                   

E, assim, aí durante mais de uma semana seguida – toda a Quadra de Boas Festas –  também não há qualquer hipótese de uma chouriça aparecer por ali, no “Cepo”, para ser assada, degustada e regada com uma pinga da boa,!…  Sim !  Isto e tudo o mais são de uma violência brutal !   

Fiquei triste !  Estou triste ! Mas também estou a modos que indignado !  Bolas !…

Fizeram da minha Aldeia uma Aldeia Fantasma ! Abusaram de Nós e das nossas Tradições !!

 

 

 

 

Autor: João Dinis, Jano

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