Home - Opinião - E por cá, a “navegação” municipal ao menos que siga à vista… Autor: João Dinis

E por cá, a “navegação” municipal ao menos que siga à vista… Autor: João Dinis

Ponham os olhos – que andam a fazer-se “distraídos” –  no que outras Câmaras assumem…

Sim, na difícil situação, pois que o Presidente e as “suas” maiorias exageradamente maioritárias (e subservientes) na Câmara e na Assembleia Municipal, ao menos, decidam  navegar à vista…tendo em vista definirem apoios financeiros concretos aos Munícipes.  Afinal, apoios necessários à vida das “tais” Pessoas de que tanto falam. 

Ponham os olhos – que andam a fazer-se de “distraídos” – naquilo que várias das Câmara Municipais por aqui à volta estão a assumir fazer e procedam em conformidade ou seja, ajudem mesmo as Pessoas e deixem os “monólogos” e os auto-elogios pelo menos para depois da crise e das maiores dificuldades. Sim, as Pessoas não precisam de tanto “paleio”!  

E nem o Ministério da Saúde e o Governo (PS) devem ficar à espera de “mamar” nos dinheiros municipais, a contar com a “bondade” do Presidente e da Câmara, para resolverem “coisas” que são de sua, deles, do Ministério da Saúde e do Governo, directa responsabilidade e não da Câmara Municipal.  Falamos da Saúde em tempos de pandemia. 

 De facto, de nossa parte, pode até parecer má vontade político-partidária tanta insistência.  Mas, nesta precisa situação, com tanto problema, já dissemos e repetimos que nem um segundo nos calaremos !

Sim, tardam e retardam, da parte da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, a definição e a atribuição desses apoios concretos, de natureza municipal,  vários dos quais nós temos enumerado e outros mais há.  Basta ver, repete-se, os apoios definidos por quase todas as Câmaras Municipais (menos esta, a de Oliveira do Hospital…). 

Mas por cá andamos em fase de promessas demasiado vagas.  Bolas, para tanta conversa !

Já falámos sobre a última sessão da Assembleia Municipal que foi uma sessão extraordinária, daquelas que, por lei, não têm “Período de antes da Ordem do Dia”.  Também como já dissemos, as “ditaduras das maiorias” (PS) na Câmara e na Assembleia Municipal não foram capazes de pôr em “Ordem do Dia” a situação e as pespectivas que decorrem da pandemia com o “Covid 19”…  

Que perversa falta de sensibilidade e de responsabilidade política e social!   Que arrogância e auto-convencimento !   Que profundo e antidemocrático desprezo pela intervenção – pela sensibilidade e pelas preocupações quanto a esta muito má situação – não só de Membros da Assembleia Municipal do próprio PS como, e principalmente, pelas minorias político-partidárias lá representadas ! Em última análise, que subestimação dos sentimentos e das dificuldades dos que sofrem, cá fora !  Condições difíceis que, afinal e para lá da propaganda, estão a passar ao lado do comportamento dos principais responsáveis (PS) pela Assembleia Municipal e, também, pela Câmara !  É lamentável !

Já se cá sabia que, afinal, a Assembleia Municipal só serve mesmo para dizer “amém” …

Desta vez, a “missa laica” aconteceu a 30 de Abril passado durante a sessão extraordinária da Assembleia Municipal.  Pois, aí, no exacto momento em que solicitava aprovação para contrair mais um empréstimo, agora de 3 milhões de euros para várias Obras em concreto, o Presidente da Câmara não garantiu que a Câmara vá aplicar esse dinheiro nas Obras para que foi especificamente autorizada, logo depois de ter solicitado essa mesma aplicação à Assembleia Municipal que fora convocada e que ainda decorria para o efeito !  

Quer dizer, no preciso momento em que solicitava à Assembleia Municipal a aprovação de um empréstimo para algumas Obras em concreto, o Presidente da Câmara afirmava que, pelo menos parte dos 3 milhões de euros, afinal, poderá ir para outras e muito diferentes finalidades !  Só lhe faltou dizer que isso acontecerá ainda que por “ajuste directo” ou seja, sem abrir “concurso público” antes da adjudicação…  Bolas, é demais tanto “eu quero, posso e mando” !  É demais tanta confusão ao estilo de “o Município sou eu !”… 

Na verdade, repete-se, nós não queremos mudar de Concelho. Queremos é que “estas coisas”, que se não fossem graves seriam caricatas, mudem no nosso Concelho…

Pois então, venham lá esses apoios concretos para que, as Famílias, várias Entidades e Instituições, a Economia Local, possam ser ajudadas pela Câmara Municipal de Oliveira do Hospital !

Autor: João Dinis, Jano

 

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