Home - Outros Destaques - Elemento ligado à protecção civil a trabalhar em Oliveira do Hospital que teve teste negativo na FAAD, está agora infectado

Elemento ligado à protecção civil a trabalhar em Oliveira do Hospital que teve teste negativo na FAAD, está agora infectado

Um elemento ligado à protecção civil (que vai das forças de segurança, passando pelos bombeiros, entre outros forças), a exercer funções em Oliveira do Hospital, está infectado com o novo coronavírus. Este paciente, que prefere não ser identificado, realizou um teste rápido na Fundação Aurélio Amaro Diniz (FAAD) que deu negativo. Depois, realizou um outro teste com zaragatoa e ficou a saber que afinal estava infectado. Agora está a seguir as regras determinadas nestes casos e a ser devidamente acompanhado.

“O problema é que durante aqueles dias que se seguiram poderia ter infectado outras pessoas, em especial a família”, refere um amigo que não esconde que o paciente está particularmente irritado por ter realizado um teste “que lhe deu uma falsa ideia de segurança”. Segundo esta fonte, este facto demonstra que a fiabilidade dos testes rápidos não é total. “Depois acontecem destas situações e confirmam as dúvidas que têm sido levantadas por vários especialistas”, explica, frisando que neste caso poderá ter sido infectado posteriormente a realizar o primeiro teste.

Recorde-se que, no passado dia 10 Abril, a Diretora Clínica do Laboratório do Hospital da FAAD, adiantou que os testes foram adquiridos e fabricados na Alemanha, com “autorização de comercialização pela Comunidade Europeia e registo no Infarmed de Portugal”.  Mas esta especialista, em declarações à Rádio Boa Nova, sublinhava também que este teste “deve ser utilizado como auxiliar de diagnóstico à Covid-19 e não como um critério único de diagnóstico, devendo os resultados ser interpretados em conjunto com a situação clínica”. Realizado este tipo de teste, “será necessário realizar o outro teste”, o teste PCR que “pesquisa material genético do vírus” e “pode ser feito somente em alguns locais, em laboratórios maiores”.

“Os dois testes são bons. Podem e devem ser utilizados em conjunto”, defendeu, esclarecendo que os testes sorológicos “são mais económicos, mais simples e com resultado pronto em dez minutos”, enquanto os testes PCR “são mais caros e mais específicos”.

LEIA TAMBÉM

Oliveira do Hospital com praias para receber 760 banhistas, com Avô a liderar com 410 espaços

O Governo publicou hoje a capacidade de ocupação das praias para a época balnear 2021 …

Bebé nasceu na ambulância dos Bombeiros Voluntários de Lagares da Beira

Os Bombeiros Voluntários de Lagares da Beira auxiliaram hoje o nascimento de uma criança quando …