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Empresário chinês, que tem investido em Portugal, doou 90 mil máscaras ao município de Viseu

O empresário Jaohn Zha, de Guangzhou, na China, doou 90 mil máscaras descartáveis, 50 por cento destinadas a crianças e jovens, ao município de Viseu, anunciou hoje o presidente da Câmara numa cerimónia simbólica de entrega. “Estas 90 mil máscaras, que têm um valor de mercado de cerca de 50 mil euros, são uma doação bastante significativa e que tem este simbolismo de virem da China, diretamente, por intermediação do embaixador, que acaba por ter um papel de apoiar as populações na proximidade”, explicou António Almeida Henriques.

A oferta chega de “Jaohn Zha, que é um empresário de Guangzhou, a província que tem estado a investir bastante em Portugal”, e foi por “intermediação e empenho do embaixador de Portugal na China, José Augusto Duarte”. Segundo o autarca, estas 90 mil máscaras descartáveis “são metade para adultos, metade para crianças e jovens”, o que “permitirá um reforço aos materiais adquiridos pela Câmara e na abertura do ano escolar”.

“Eu tenho um compromisso com o senhor embaixador de que vou entregar algumas destas máscaras ao hospital, algumas à Misericórdia, foi o compromisso que assumi. As restantes para adultos vão para IPSS do concelho e as de crianças vão ajudar-nos no trabalho progressivo da abertura das escolas”, precisou. António Almeida Henriques fez questão de dizer que a ida ao centro de proteção civil municipal, local da entrega simbólica das máscaras, foi também uma forma de “agradecer aos serviços o trabalho incrível que têm feito, 24 horas por dia”.

“Ainda agora vão fazer mais um percurso por todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho de Viseu, a fazerem recomendações sobre o uso dos equipamentos de proteção individual (EPI), os cuidados a ter na proteção dos idosos e, ao mesmo tempo, a deixar mais um ‘stock’ para uma semana de EPI”, sublinhou. Neste sentido, o autarca disse que “o Estado central tem falhado no apoio às IPSS no que diz respeito a EPI, porque muitas destas IPSS são entidades com estruturas financeiras frágeis que não têm dinheiro para comprar os EPI”.

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