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Falsidade. Autor: Fernando Roldão

Há por aí muita gente, falsa, a reclamar da falsidade dos outros.

Muitos desses falsos, reclamam dessa falsidade com a finalidade de a manter escondida no seu falso interior.

Dão tantos passos falsos na sua falaciosa existência, que um dia acabarão por pisar um fundo falso, que os fará cair no abismo.

A palavra falsidade deriva do latim (falsitãte) e que é uma qualidade de alguém que é falso, que é contrário à verdade, que tenta passar um discurso como se da verdade se tratasse.

Falso é aquele que tenta iludir ou enganar e que propaga invenções ou mentiras.

A falsidade é a tendência para ser desonesto ou pérfido, praticando a traição em todas as suas acções.

O latim é uma língua muito antiga, o que prova que já nessa altura havia muitos adeptos da falsidade, que chegou até aos nossos dias, mais requintada do que nunca e praticamente como um mandamento ou doutrina.

Os falsos abusam do seu poder, abusando da ignorância e da ingenuidade dos outros, para conseguirem, não importando quais os meios, para alcançarem os seus fins.

Eu acredito que ser falso não deve ser fácil, pois o povo diz que mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo, o que me leva a concluir que será uma questão de tempo para os praticantes da falsidade, serem apanhados nas suas próprias teias.

Numa relação, qualquer que ela seja, as falsidades são como as térmitas, que consomem tudo à sua passagem e que as minam, até ao ponto da ruptura total.

Os amigos e os esposos que se traem, dão provas de serem verdadeiros mentirosos e em simultâneo, líderes de traições, que antes de o ser, foram ingratidões.

Temos ainda os praticantes da falácia que nos assombram a vida e as noites; políticos!

O mais caricato destes indivíduos é a sua enorme “pureza” quando debitam prosas de fazer chorar as pedras das calçadas, culminando num enorme absurdo; nós.

È inaceitável que permitamos que usem a nossa crença, para nos trair com a maior cara de pau, sem vergonha ou pudor, não esquecendo a falta de carácter que a maioria deles tem nos seus currículos.

Hoje dizem uma coisa, amanhã outra e ao terceiro dia até juram que nada disseram,

Portugal está cheio de exemplos destes corporativos da falsidade e que, pasme-se, ainda são acarinhados pelo povo, que na sua subserviência doentia, ignorante e passiva, os perpetua no poder.

Este povo não percebe que está a ser enganado, prejudicado e humilhado por estes paladinos da falsidade.

São negócios escuros, feitos de dia, ruinosos e imorais, em que a falta de escrúpulos toca o absurdo, ao darem-se ao luxo de ficar com o melhor e para o povo o pior.

A impunidade destes sujeitos, os seus ares arrogantes e fanfarrões, são verdadeiramente pornográficos.

São os popós topo de gama para duvidosos gestores e carruagens em segunda mão para o Zé que os sustenta e que lamentavelmente, este, não tem tomates para lhes dar a provar o gosto amargo de um pontapé no tal sítio onde as costas mudam de nome.

Falência de bancos, tipo fotocopiadora, a trabalhar no seu máximo, gestão danosa de grandes empresas, que nos comem as vitaminas que precisamos para viver condignamente, como é nosso direito e está consignado num tratado que eles juraram defender e promover.

As mentiras que andaram a contar durante o tempo em que, baseados no medo e na força das ameaças, rasgando o tal tratado que prometeram cumprir, são dignas de um compendio de falsidades.

Eram diplomas e leis inconstitucionais produzidas na “horta” deles, em que nos obrigaram a ficar fechados em casa, nos quiseram marcar como gado e assinaram a sentença de morte ao pequeno comércio, às mini empresas e restaurantes, permitindo que os grandes continuassem na senda do lucro e da exploração.

Afinal estas leis eram inconstitucionais, como está publicado no Diário da República, 2 série e datado de 21 de Outubro de 2022, pelo acórdão 557/2022.

Muito mais há para dizer, mas como não tenho muito espaço, vou ficar-me por aqui.

Antes de me despedir, aconselho vivamente os portugueses a pesquisarem na internet, a ouvirem algumas associações, para poderem tomar consciência do logro em que vivemos, governados por sujeitos, não eleitos, por organizações internacionais, que escondem obscuros projectos para a humanidade. Só não vê quem não quer!

Hoje têm comer? Amanhã talvez não! Alguns ainda têm casa? Até quando?

 

 

 

Autor: Fernando Roldão

Texto escrito pelo antigo acordo ortográfico

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