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Fernando Tavares Pereira acusa presidente da CM de Tábua de proferir afirmações “graves, ofensivas e difamatórias” e desafia autarca a mostrar contas solidárias do município

O vereador da Câmara Municipal de Tábua do PSD Fernando Tavares Pereira considera que o presidente da autarquia, Ricardo Cruz, proferiu durante a última reunião de executivo “acusações graves” sobre a sua pessoa, as suas empresas, o Movimento Associativo de Apoio às Vítimas do Incêndio de Midões (MAAVIM) e a todos os seus membros e associados. O empresário referia-se às afirmações em que o autarca acusou as empresas de Fernando Tavares Pereira de venderem produtos à MAAVIM quando alegavam serem ofertas.

“O Sr. Presidente proferiu acusações ofensivas e difamatórias, ferindo gravemente a minha integridade moral assim a todos os membros do movimento associativo Maavim. Palavras essas difamatórias, com factos infundados, que são falsas”, explica em comunicado Fernando Tavares Pereira.

O vereador da oposição e empresário já, durante a reunião de executivo, tinha chamado a atenção do autarca de que este estava a proferir acusações “graves e falsas” e que as fazia porque não tem conhecimentos de procedimentos contabilísticos. “Eu dei, as minhas e outras empresas ajudaram e não receberam um cêntimo. Facturaram porque de acordo com o artigo 29 do Civa esse é o procedimento, sendo posteriormente reflectido em recibo do mesmo valor como donativo”, explicou mais tarde.

“Não recebemos nem um cêntimo. Ajudámos com aquilo que era nosso. As contas são públicas, certificadas e até já foram auditadas pela Polícia Judiciária porque alguém fez uma acusação. Provou-se que estava tudo legal. Espero é que o senhor presidente mostre os documentos das contas solidárias da Câmara referentes aos incêndios de Outubro de 2017, porque esses já os pedimos e, pelo menos, eu nunca os vi”, atirou Fernando Tavares Pereira na reunião do executivo, desafiando o autarca a levar os documentos daquelas contas à próxima reunião de executivo. “Porque as da MAAVIM todos as conhecemos, são publicas, sobre as da Câmara é que queremos saber…”, atirou na altura.

O comunicado lembra também que existiu, inclusive, um inquérito arquivado em Dezembro de 2018, o qual é do conhecimento público onde tudo está comprovadamente verificado pelas autoridades competentes. “Arquivamento esse que o sr. Presidente da Câmara de Tábua omitiu” nas “declarações do dia 27 de Outubro de 2022”.  Fernando Tavares Pereira remata o comunicado deixando no ar a possibilidade de “face a toda esta ‘cabala’ difamatória” poder “agir nos locais próprios”.

 

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