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HIV (histórias inventadas e virulentas). Autor: Fernando Roldão

A humanidade está cheia de comodistas, apáticos e acéfalos, governados por mentirosos.

Tenho falado com algumas pessoas que se deram ao trabalho de me ouvir e que, após a nossa conversa, ficaram com a boca aberta por muito tempo.

O denominador comum nestes diálogos, foi o medo, misturado com ignorância q.b.

As elites deram ao povo, durante algumas décadas, mordomias, bens materiais e facilidades para viverem acima das suas possibilidades, fazendo de conta que estávamos num país rico, moderno e futurista.

As cartas que recebíamos dos bancos com “ofertas” de créditos para podermos comprar até à exaustão, para assim nos sentirmos bafejados pela sorte em vivermos num país moderno e preocupado com o bem-estar dos seus cidadãos, eram às dezenas.

Cartões de todas as cores e para todos os fins, enchiam s carteiras dos virtualmente falidos portugueses, apesar de não terem consciência dessa realidade. Exibiam as carteiras repletas deles, ao ponto de eu, às vezes, pensar que eram vendedores de tintas e que aqueles cartões eras as amostras das cores.

A procissão, seguida de arraial, estava a sair do adro em direcção ao abismo, ao princípio, passando pelos buracos das calçadas, onde meia dúzia de trambiqueiros iam arrancando as pedras a fim de provocarem quedas no meio do “pelotão”, para uma viral, queda colectiva.

Era inevitável que esta acontecesse, pois o povo, inebriado com o pechisbeque com que lhe acenavam à passagem, agravado pelo facto de irem de pescoço levantado, não se ia apercebendo dos tais buraquinhos, que rapidamente se transformaram em catacumbas.

Muitas vezes perguntei porque alinhavam nesta “marcha” e as respostas, eram invariavelmente as mesmas; viam os outros a “marchar”, achando que era normal e para não serem considerados anormais ou negacionistas, alinhavam na maior da ignorância.

Não foi por falta de avisos que os marchantes estavam a cair como tordos numa caçada verdadeiramente genocída, protagonizada por caçadores experientes e bem armados.

Os donos disto tudo, indiferentes aos resultados dos seus actos, sabem que o povo, transformado em cobarde, fica a sofrer de esquizofrenia de carácter e demência humanista, daí usarem e abusarem dos meios que têm ao seu alcance, com um poder de fogo enorme.

Já tive oportunidade, várias vezes, de escrever sobre a comunicação social, salvo raríssimas excepções, do seu poder influenciador e manipulador, omitindo a notícia, fabricando opiniões, acabando por se transformarem em boateiros.

Histórias inventadas e virulentas (HIV) são o prato forte de uma refeição adulterada que teimam em nos servir, várias vezes ao dia, independentemente das gastroenterites que provocam.

A mentira viaja à velocidade da luz, provocando enormes clarões, que acabam por encandear quem encontram pela frente, sobretudo aqueles que não têm uma protecção ocular adequada a estes fenómenos.

Os caluniadores são assassinos de reputações, logo passíveis de serem julgados por tribunais e isso, infelizmente, tem acontecido muito pouco.

Acho que está na altura de fazer sentar no banco dos réus, todos aqueles que usaram meios, criminosos e  que amedrontaram populações em doses verdadeiramente doentias.

Já referi, neste texto, que tenho falado com muitas pessoas, sendo o resultado desses diálogos verdadeiramente assustador e até frustrante, pois a maioria foi, tipo “Maria vai com as outras”, sem questionar as acções,  completamente tolhidas pelo medo.

Não sabem nada de nada, desconhecem informação e não escutam, o contraditório.

Estão completamente hipnotizados pela televisão e pelos conteúdos por ela produzidos.

Basicamente têm medo de viver, medo de serem apontados, medo de falar, medo de perguntar, chegando ao extremo de terem medo da verdade.

Ouvem falar em liberdade, democracia e direitos, mas acabam por viverem obcecados por fazerem as vontades aos mentirosos, pois parece mal contrariar o senhor doutor, arquitecto., engenheiro ou político.

Ao fim de dois anos de histórias mal contadas e com contradições umas atrás das outras, ainda continuam a acreditar nos vendedores da banha da cobra.

Infelizmente, os crentes, não conseguem, não querem e estão-se nas tintas, para olharem para os números e analisar os factos, pois é a única forma de encarar e viver a realidade.

Um exercício simples de racionalidade impõe-se hoje, para bem de todos nós, tornando o nosso futuro, mais certo, pois ele está gravemente doente e em risco de ser muito sombrio.

Assim proponho a leitura de um texto escrito por uma professora /investigadora da faculdade de ciências de Lisboa, a qual não vou divulgar o nome, mas que podem encontrar na internet.

Segundo um estudo, a que tive acesso, a máscara para além de ter uma eficiência quase nula no controlo da dispersão do vírus, o uso prolongado da mesma, pode apresentar riscos bem superiores aos benefícios.

Dentro dos riscos mais sérios identificados por vários artigos científicos, podemos resumir os seguintes efeitos adversos:
Eficiência nula ou fraca das máscaras contra o vírus.
Aumentam o ritmo cardíaco em comparação com os valores medidos sem as mesmas.

Reduzem a passagem de ar pela acumulação de humidade nas fibras, resultantes da expiração.
Provoca a recaptura do CO2 expirado, que conduz ao excesso de CO2 no sangue (Hipercapnia).
Hipercapnia, que se caracteriza por um aumento de dióxido de carbono no sangue, ocorrendo geralmente como resultado de hipoventilação ou incapacidade de respirar correctamente de forma a captar oxigénio suficiente para os pulmões, suprimindo a imunidade adquirida e as defesas do corpo, prejudicando a reparação dos tecidos alveolares pulmonares,
Provoca sensação de dispneia e prejudica o desempenho cognitivo e psicomotor.
Prejudica os processos cognitivos (percepção, atenção, memória).
Aumenta o stress e hormona cortisol, envolvida na resposta “luta ou fuga”, que favorece ansiedade e ataques de pânico.
O excesso de stress e hormona cortisol enfraquecem o sistema imunitário e aumentam o risco de auto-infecção pela acumulação de bactérias e fungos nas máscaras, provocando dores de cabeça, fadiga, tonturas, fraqueza muscular, erupções cutâneas, acne e lesões cutâneas.
Provoca reacções instintivas de medo e desconfiança.
Aumenta a irritabilidade e impede a leitura das emoções.

Estes dados estiveram escondidos na maior parte do tempo, apesar de uma alta dirigente da saúde em Portugal o tenha afirmado e mais tarde desmentido.

Vá se lá saber porquê e com que intenções.

Sou um leigo nesta matéria, mas tenho o direito de dar a minha opinião, apesar de inúmeros “especialistas” com cursos tirados em escolas básicas, espalharem a sua “sapiência” por tudo quanto é sítio.

Se eles podem dar a sua opinião, eu, pela mesma razão, também tenho esse direito.

A pergunta é simples e fácil de responder, se existir bom senso e honestidade;

Quem nunca sentiu um desses sintomas?

A campanha massiva, apanhou a generalidade da população desprevenida, gerando um clima de medo, associado a um sistema repressivo que não permitia que as pessoas pensassem sobre tudo o que estava acontecendo.

As palavras de esperança num medicamento que não havia e que só ele nos poderia salvar, era a prosa corrente. Acontece, que quando ele chegou, afinal não serviu de nada, pois, tal como uma droga, vem a primeira, vem a segunda, a terceira e agora sugerem, quatro vezes por ano.

Não me vou alongar mais, pois muito mais haveria para dizer, começando nos números e acabando nos factos.

Tenho todo o respeito pelos crentes, mas peço aos mesmos licença para pensar pela minha cabeça e não acreditar em tudo o que me dizem, sobretudo quando impedem as pessoas de exprimir as suas opiniões, porque afinal, meus senhores, apregoa-se que existe uma democracia e se ela existe, dá direito aos cidadãos de se manifestarem contra, porque eu quero escolher o meu clube.

Está na hora de escolhermos o nosso caminho, em liberdade e com o máximo de responsabilidade, aplicando-se esta opção, a todos os sectores da sociedade.

Temos direito às nossas escolhas, boas ou más, rejeitando toda e qualquer imposição ditatorial nas nossas vidas.

Deixo um último exemplo; um réu em tribunal tem direito à sua defesa ou estará impedido de o fazer por decreto?

Contraditório é a base de uma democracia sólida e bem construída.

Está na hora do povo acordar e dar um puxão de orelhas ao governo, no sentido de nos defender de organizações não eleitas, bilionários lunáticos, que querem restaurar o apartheid, a escravatura, o holocausto, o sionismo, o genocídio e implementar ditaduras, gerando um retrocesso na nossa civilização.

Não temos que gostar todos do amarelo. O arco-íris é muito mais bonito.

 

 

 

Fernando Roldão

Texto escrito pelo antigo acordo ortográfico

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