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“José Carlos Alexandrino está na lista negra da Caixa Agrícola”

O candidato da coligação do PSD/CDS-PP disse hoje que o ainda presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital está na lista negra da Caixa de Crédito Agrícola e que nunca poderia fazer parte de um Concelho de Administração ou órgão de fiscalização. “Fica na história, juntamente com o senhor Carlos Mendes, por serem as únicas pessoas expulsas, destituídas, para serem substituídos por uma administração provisória nomeada pela Caixa Central”, acusou.

Assegurando que são conhecidos os resultados económicos do período de gestão de Alexandrino e Carlos Mendes, Francisco Rodrigues adiantou ainda que “ambos estão referenciados em vários relatórios de auditoria como tendo participação directa na gestão que levou a Caixa Agrícola a um ponto negativo incrível”. “Ele nunca mais poderia ser eleito para um concelho de administração ou órgão de fiscalização. Nunca iria com ele para qualquer conselho de administração porque o nome dele seria logo vetado. A única coisa que ele pode aspirar é a mesa da assembleia geral e é isso que tem”, acrescentou.

Francisco Rodrigues vai mais longe e garante que deu a conhecer a José Carlos Alexandrino que admitia criar uma lista. “O que eu lhe disse sempre foi que, se tentasse manipular uma eleição na qual ele interviesse isoladamente na escolha das pessoas que viessem a fazer parte do Conselho de Administração, e se eu não concordasse, poria a hipótese de formar uma lista concorrente a essa”, revelou, adiantando que a fusão da Caixa Agrícola não implica o encerramento de agências. “Não vou garantir que não vão encerrar agências, o que posso garantir é que no protocolo de fusão em lado nenhum é referido o encerramento de balcões. Até porque realizam um serviço público que é preciso manter, ainda que tenha alguns custos”, frisa.

O candidato da coligação “Construir o Futuro” esclareceu ainda que na empresa “Águas Públicas da Serra da Estrela”, foi José Carlos Alexandrino que “por duas ou três vezes” insistiu com ele para que o acompanhasse como director, já que ele iria ser o presidente. “Disse que me queria levar porque era única pessoa de confiança que tinha”, continuou, frisando que a sua resposta foi sempre negativa, até porque não acredita na viabilidade da empresa. “Uma empresa gerida por critérios políticos, passados dois anos, está insolvente, está falida”, disse antes de rematar que “não queria a sua carreira ligada à insolvência de uma empresa pública”.

 

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