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José Carlos Alexandrino solicitou auditoria à Inspeção Geral de Finanças

O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital solicitou à Inspeção Geral de Finanças (IGF) a realização de uma auditoria à Câmara Municipal para aferir da legalidade de um conjunto de situações que António Lopes elencou numa missiva dirigida à Mesa da Assembleia.

Com o pedido de auditoria, José Carlos Alexandrino antecipa aquele que era o propósito do destituído presidente da Assembleia Municipal que, numa carta que dirigiu à mesa provisória daquele órgão, solicitou um conjunto de documentos com o objetivo de os enviar à Inspeção Geral de Finanças.

Desta forma, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital pretende demonstrar que “este executivo não tem medo dos seus atos” e que “nunca contrariou decisões que venham dos técnicos da sua estrutura”. “Temos confiança nos nossos técnicos e na sua competência. Analisamos as decisões e diferimos”, assegurou esta manhã José Carlos Alexandrino em reunião pública do executivo municipal, onde informou que a decisão do pedido de auditoria foi tomada na última reunião do executivo em reação à carta dirigida pelo “ex presidente da Assembleia Municipal, onde apontava que haveria irregularidades”.

“Para aqueles que andaram a dizer que tínhamos medo de tomar decisões, demonstro claramente que não tenho medo”, disse em tom peremptório o edil oliveirense, notando que prova disso é o pedido de auditoria que fez acompanhar com cópia da carta que António Lopes enviou à Mesa da Assembleia. “Medo é uma palavra que não existe no meu vocabulário”, assegurou.

Ao inspetor Geral de Finanças, José Carlos Alexandrino solicita “com base no princípio de boa cooperação administrativa que se digne ordenar a realização de uma auditoria para quilatar da legalidade dos processos referidos na missiva” enviada por António Lopes à mesa da Assembleia. Ao mesmo tempo, o autarca oliveirense solicita também o relatório relativo à auditoria da IGF à contratação pública realizada entre outubro de 2012 e janeiro de 2013, e cujo resultado não foi ainda comunicado ao executivo municipal.

Na missiva que dirigiu à mesa provisória da Assembleia Municipal, o destituído presidente, António Lopes, solicitava documentos sobre um conjunto de matérias com o objetivo de os remeter à IGF, entre as quais concursos públicos, licenciamentos e execução de obras.

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