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JSD acusa trio socialista da destruição de cartazes de propaganda

A JSD de Oliveira do Hospital acaba de declarar “guerra aberta” aos militantes socialistas que na noite de sexta para sábado procederam à destruição de cartazes que foram sendo afixados nas ruas da cidade.

Num comunicado a que recorre para expressar a “sua indignação perante os acontecimentos desonrosos”, a juventude partidária social-democrata dá conta do episódio vivido na madrugada do último sábado, altura em que “alguns membros da Juventude Social Democrata de Oliveira do Hospital foram para as ruas colocar cartazes pela cidade, mostrando a sua indignação com as medidas de “pão e circo” levadas acabo por este executivo”.

“A fixação dos cartazes foi feita sem incomodar a conduta de qualquer tipo de pessoa, já que a JSD prima pelo civismo e boa educação”, referem os jovens social-democratas que, desta forma, condenam a atitude dos três elementos do Partido Socialista que, no imediato, retiravam os cartazes e os destruíam.

“Íamos observando que os cartazes estavam a desaparecer e para tentarmos perceber este mistério alguns de nós ficaram pelas ruas para tentar perceber o que se passava, e foi aí que nos deparamos com três indivíduos que, ao ritmo de cartazes que estavam a retirar, se algo não fosse feito, pela manhã nem um cartaz iria existir na cidade”, relatam os jovens afetos à estrutura laranja, informando ainda que quando confrontado sobre a motivação para aquela prática “o trio começou a fugir”.

“Para nosso contentamento conseguimos identificar um desses elementos”, adiantam, particularizando o nome de Paulo Mendes, “militante do partido socialista e filho de um deputado municipal” e que acusam de ter “injuriado e de ter chegado a atos de violência para com os membros da Juventude Social Democrata que apenas queriam saber o porquê de tal atitude”.

De acordo com os jovens laranja, o militante em questão terá ido ainda mais longe ao usar a expressão “quantos mais colocarem, mais iremos retirar”. “Não nos parece que esta atitude seja digna e não nos identificamos com a mesma”, adiantam em comunicado os social-democratas que garantem não “compactuar com estas faltas de civismo e respeito”, pelo que também têm intenção de apresentar àquele elemento e ao partido as “despesas pelo material furtado e consequentemente estragado”. O recurso à via judicial também não está colocado de lado “caso seja necessário”. “Afinal, apesar da ditadura que se começa a viver por cá acreditamos que a liberdade de expressão é um direito há muito adquirido pela sociedade”, concluem, clarificando os “revolucionários do sistema” de que “se retirarem 30 cartazes, iremos colocar 100, se retirarem 100, iremos colocar 300”.

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