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Juventude Popular oliveirense acusa candidatura do PS à CM de Oliveira do Hospital de ser “uma tentativa de perpetuação no poder”

A Juventude Popular de Oliveira do Hospital acusa a candidatura do Partido Socialista à Câmara Municipal de ser “a uma tentativa de perpetuação no poder por parte de um executivo que se limita a executar uma dança de lugares para debelar politicamente a limitação de mandatos”. Os jovens centristas, que classificam esta acção de “deplorável”, referem ainda que o candidato José Francisco Rolo evidênciou “desnorte” numa entrevista dada ao órgão de imprensa local.

“Desta candidatura não existe uma única renovação de qualquer protagonista da cúpula política, não existe um único membro sub-40, não existe, portanto, lugar para a juventude e para o futuro”, acusam, realçando que é “caricato” ouvir “o referido candidato falar de candidaturas do passado, quando em boa verdade é, pois, a sua candidatura quem se alicerça na execução política passada do presidente cessante”. Como contrapartida, os populares asseguram que a candidatura da coligação PSD/CDS-PP está “sedeada na força das novas gerações, ancorada na participação de mais de duas centenas de jovens” movidos por uma “inabalável vontade de mudança”.

Salientando que existiu um vazio de ideias e confusões ao longo da entrevista, os jovens populares referem que este facto “demonstram uma lógica de poder pelo poder, um ciclo político gasto sem que se vislumbre nada de novo nem qualquer veleidade de renovação”. “A confusão efectuada entre desenvolvimento concelhio em todos os factores- socio-económico, cultural, florestal, habitacional, educacional- e ocupação de cargos de confiança política e de nomeação burocrática sem impacto real na vida das pessoas diz muito da falta de orientação estratégica personificada num candidato escondido no armário socialista durante 12 anos, agora buscando a sua emancipação”, sublinham. Referem ainda que não existe “maior apelo à inaptidão de que uma candidatura que pede mais quatro anos, para executar o que não conseguiu fazer num ciclo político de 12 anos que agora se fecha”.

“Esta sede de poder que anda de mão dada com a incompetência para o cargo a que se propõe ocupar é, afinal, visível a olho nu por todos os jovens oliveirenses que olham para um território sem qualquer coesão territorial, organização florestal, tampouco uma estratégia sincronizada para a fixação de todos os jovens que amam esta terra mas que, por falta de oportunidades, se vêem na obrigação de partir”, frisam, salientando que as políticas dos últimos 12 anos conduziram a uma “taxa de fixação de estudantes da ESTGOH no concelho inferior a 10 por cento, que deveria envergonhar qualquer candidatura de continuidade, mais de 40 por cento do território florestal sem proprietário declarado, atentados florestais como o corte do choupal sangianense, e a paisagem de mimosas e demais acácias pós-2017 por todo o Vale do Alva”. “Será que, com tantas mentiras e omissões, os oliveirenses quererão continuar o longo inverno socialista? A resposta para a JP é clara: Não!”, rematam.

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