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Luís Lagos foi eleito conselheiro nacional do CDS-PP

O jovem oliveirense Luís Lagos integra desde o passado fim de semana o conselho nacional do CDS-PP. Lagos pretende estar “próximo” do partido nos momentos de decisão e combater o “vazio de ideias” que marcou o último congresso nacional.

Com uma opinião pouco favorável em relação ao cenário com que se deparou no último congresso nacional do CDS-PP, Luís Lagos, seguidor da linha política do ex líder nacional do partido Ribeiro e Castro não tem dúvidas de que a decisão de encabeçar uma lista candidata ao conselho nacional do partido foi a mais acertada.

“Em congresso de adoração seria difícil ter outra postura que não aquela tomei”, afirma o jovem centrista ao correiodabeiraserra.com que em face da votação conseguida – foi eleito com mais dois conselheiros ( Martim Borges Freitas e Fernando Gião)- se considera um “vencedor” daquela reunião magna do partido. “Tivemos a coragem e conseguimos”, prossegue Luís Lagos que encabeçou a lista ao congresso com o propósito de “participar e estar perto nos momentos de decisão do CDS”.

Com “ideias concretas” que fará questão de manifestar no “momento certo”, Luís Lagos revela-se satisfeito por estar na “primeira linha da decisão política e partidária do CDS-PP”, pelo que não poupa crítica ao caminho seguido pelo partido em torno do líder Paulo Portas. Exemplo disso, refere, é a forma como decorreu o congresso “debaixo de chicote” contra quem “desalinhasse do portismo”. “Era o programa das Tardes da Júlia que estava ali”, chega a ironizar Luís Lagos, lamentando que no congresso não fossem debatidas questões como as próximas eleições legislativas e presidenciais. “E não temos outro congresso antes das legislativas e presidenciais”, fez notar o jovem centrista.

A conquistar assento no órgão máximo do CDS-PP que equipara como o “parlamento” do partido, Luís Lagos está determinado em fazer valer as suas ideias e em “bem representar” quem lhe deu a confiança do voto.

De regresso à política nacional, Luís Lagos garante não ter na mira uma futura candidatura à liderança nacional do partido. “Isso não se programa, não é uma questão de régua e esquadro”, comenta, contando que a sua única ambição é a de marcar presença na vida do partido “no momento certo”.

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