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MAAVIM denuncia morte de duas pessoas em Oliveira do Hospital e Tábua que perderam tudo nos incêndios de 2017 e nunca receberam ajuda

“Esta semana, mais duas pessoas de Oliveira do Hospital e Tábua que perderam tudo nos incêndios de Outubro de 2017, faleceram sem nunca terem recebido qualquer apoio”. Esta é uma denúncia do Movimento Associativo Apoio Vítimas Incêndio Midões (MAAVIM) que acusa as autoridades responsáveis de, dois anos e meio depois dos incêndios de Outubro de 2017 continuarem a manter vítimas daquela catástrofe se ajuda. Passados 30 meses, garante aquela instituição, há agricultores empresas e famílias que não receberam os apoios a que tinham direito.

“Milhares de agricultores nunca receberam ajuda, mesmo depois de aprovada na assembleia uma recomendação para abertura das candidaturas de apoio à quem ficou de fora, e nesta fase está a passar dificuldades. Falta comida para os animais, para as plantações, para a manutenção das plantações/animais, para sustentar a família”, refere em comunicado, adiantando que centenas de empresas, especialmente na área florestal, que não receberam qualquer apoio e levaram muitas famílias a ficar sem posto de trabalho, bem como “dezenas de famílias que nunca receberam apoio para a sua habitação, mesmo depois de tantas promessas”. 

A MAAVIM refere que “infelizmente com a pandemia, tu ficou mais difícil e não imaginam o que passam todas estas famílias neste momento, nesta região”. Existem, refere, crianças que nunca receberam casa e estão frágeis. “Passados dois anos e meio, muito ficou por fazer e pouco passou das promessas de apoio e dos milhões falados”, continua o comunicado, adiantando que “quer a Ministra da Agricultura, quer o Ministro da Habitação e Planeamento, quer a comissão da Agricultura receberam o pedido de reuniões, pela Maavim, para ajudar a resolver estes problemas, ainda durante o ano de 2019.”Nunca recebemos resposta”, frisa o documento assinado pelo porta-voz da MAAVIM, Nuno Tavares Pereira.

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