Os cerca de 60 trabalhadores da SAMLA – uma empresa do sector têxtil sedeada em Midões, concelho de Tábua – têm esta terça-feira, às 15h00, um plenário em frente às instalações da empresa com o Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro (STTLVC).
Os funcionários daquela unidade industrial querem saber como que linhas se cosem, dado que – conforme refere uma nota de imprensa enviada a este diário digital pelo SRRLVC – “a vida dos trabalhadores não tem sido fácil, perante o constante atraso no pagamento dos salários e a incerteza em relação ao seu futuro”.
Naquela nota, assinada pela direcção daquele sindicato, Fátima Carvalho explica que os funcionários da SAMLA se viram obrigados a recorrer à suspensão do contrato de trabalho, no início de Março, com vista a poderem ter acesso “ao subsídio de desemprego como forma de subsistência”, já que os salários de “Dezembro, Janeiro e Fevereiro” estão em atraso.
De acordo ainda com a informação do STTLVC, a empresa em causa já terá manifestado a intenção de recorrer à insolvência, mas – salienta aquela nota de imprensa – “os trabalhadores tiveram conhecimento que o empresário se prepara para abrir uma outra empresa sem definir a actual situação da existente”
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