Home - Economia - Ministro-adjunto, em Tábua, diz que solução para IP3 é “absoluta prioridade” nacional, fala também no iC6 e na necessidade de fundos europeus

Ministro-adjunto, em Tábua, diz que solução para IP3 é “absoluta prioridade” nacional, fala também no iC6 e na necessidade de fundos europeus

O ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, considerou hoje em Tábua que uma absoluta prioridade nacional o Itinerário Principal 3 (IP3), bem como desenvolver um investimento de natureza ferroviária e avançar com o prolongamento do Itinerário Complementar 6 (IC6). Mas estes projectos aparentemente precisam de ser incluídos em futuros programas europeus, nos quais há que trabalhar “para que em próximos programas não voltemos a chegar tarde e a ver desenhado um fato que dificilmente se ajusta à nossa medida”, concluiu.

“É fundamental encontrar soluções imediatas para o prolongamento do IC6, mas, sobretudo, que se encontrem soluções também para o IP3 que, provavelmente, é a estrutura dessa natureza em que há absoluta prioridade a nível nacional, bem como desenvolver aquilo que é um investimento de natureza ferroviária, que é uma prioridade absoluta”, sustentou o governante, na sua intervenção nas cerimónias comemorativas do feriado municipal de Tábua.

O presidente da Câmara de Tábua, Mário Loureiro, apelou à necessidade de ser encetada a beneficiação do IP3 ou à sua transformação em via rápida. “Espero que seja brevemente uma realidade a continuação do IC6 e a conclusão do IC12 entre Canas de Senhorim e Mangualde, que faz a ligação à A25. Também a reconversão da Linha da Beira Alta são os pretensos para toda a região”, sublinhou.

Eduardo Cabrita, na resposta ao apelo do autarca de Tábua, criticou quem levou a Bruxelas “a falsa ideia” de que Portugal não precisa de mais estradas. “Não é compreensível aquele discurso, que se levou até Bruxelas. Uma ideia falsa de que Portugal já tinha estradas a mais, de que já tinha betão a mais e investimento infra-estrutural a mais”, acrescentou, não se comprometendo com prazos e deixando a ideia da necessidade de aguardar por novos programas de fundos europeus.

Foto: Tribuna da Madeira

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