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Município de Oliveira do Hospital quer mão pesada a quem depositar lixo nas áreas florestais

A autarquia de Oliveira do Hospital comemorou o dia mundial do ambiente e o presidente do município prometeu castigar severamente aqueles que depositam lixo e resíduos nas zonas florestais. O autarca, que aproveitou para plantel medronheiros no Parque do Mandanelho e inaugurar um centro de compostagem (conjunto de técnicas aplicadas para estimular a decomposição de materiais orgânicos por organismos heterótrofos aeróbios), quer ver aplicadas as medidas mais duras que existam na lei contra aqueles que poluem.

“Há um grande défice de educação ambiental. Temos de começar a educar as pessoas e aplicar as multas pesadas àqueles que depositam lixo nas zonas florestais. Não podemos deixar o planeta poluído aos nossos filhos e netos”, disse José Carlos Alexandrino no Dia Mundial do Ambiente, celebrado este ano a 5 de Junho e que se vai focar no papel crucial da biodiversidade. A Colômbia é o país que albergará as celebrações mundiais, revelou a ONU. Todos os anos desde 1974, no dia 5 de Junho cerca de 150 países celebram o Dia Mundial do Ambiente para “promover a consciência e a acção ambiental a nível mundial”, explica a ONU.

Com um milhão de espécies de plantas e de animais em perigo de extinção em todo o mundo, nunca houve momento mais importante para nos dedicarmos à protecção da biodiversidade, salientou na COP25 (Conferência das Partes) da Convenção da ONU para as Alterações Climáticas em Madrid, a 11 de Dezembro, Ricardo Lozano, ministro colombiano do Ambiente.

O evento será organizado pelo Governo colombiano e pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA). O Governo alemão vai apoiar esta iniciativa. A Colômbia é um dos países com maior biodiversidade do mundo, com cerca de 10% da biodiversidade do planeta. É o país com maior diversidade de espécies de aves e de orquídeas e o segundo país com maior número de espécies de plantas, borboletas, peixes de água doce e anfíbios. “2020 é um ano de urgência, ambição e de acção para abordar a crise que enfrentam os ecossistemas”, disse então Inger Andersen, directora-executiva do PNUA. “É também uma oportunidade para incorporar mais plenamente as soluções baseadas na natureza na acção climática global.”

Este será um ano crucial para a preservação e restauro da biodiversidade, já que o mundo vai avaliar e renovar os seus compromissos durante a 15ª reunião da Conferência das partes (COP15) da Convenção sobre a Diversidade Biológica, em Kunming (China), em Outubro. Além disso, este ano celebra o início da Década das Nações Unidas para o Restauro dos Ecossistemas (2021-2030), uma iniciativa para ampliar a recuperação dos ecossistemas degradados e destruídos, como parte do combate à crise climática.

“Não há melhor momento do que este para nos unirmos pelo planeta”, disse Jochen Flasbarth, secretário de Estado do Ministério do Ambiente da Alemanha. “A acção climática e a conservação da biodiversidade são duas caras da mesma moeda. Precisamos desenvolver políticas que travem a extinção de espécies de plantas e animais. A Alemanha vai apoiar a Colômbia e outros Estados membros para que 2020 seja um ano que acelere a acção pela biodiversidade”, acrescentou.

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