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Obras na Cidade prenhes de problemas… Autor: João Pedro Cruz

A obra de requalificação da avenida Carlos Campos andou muito tempo empatada. Agora (em ano de eleições autárquicas ….), está finalmente em execução tal como se pode ver bem…mas sentir pior caso se lá passe em viatura ou mesmo a pé.

Nota-se que há alguns erros técnicos na conceção e na execução da obra.

Mas queremos principalmente destacar o aspeto dominante que se prende com o ritmo e as condições gerais de execução. E não nos digam que ainda está dentro do prazo contratado com a empresa que a adjudicou. É que, se assim for, a Câmara Municipal contratou um prazo demasiado longo para a obra ser toda feita.

De facto, aquela parte da avenida Carlos Campos apanha uma zona muito sensível da cidade. Serve os Bombeiros, o Mercado Municipal, o Pavilhão Municipal, o Parque do Mandanelho, uma importante rede interna de escoamento de trânsito, e serve uma sequência de importantes e movimentadas empresas. E várias destas empresas estão a ser severamente prejudicadas por cada dia que a obra se prolonga mais tempo do que seria exigível!

 E quem indemniza agora essas empresas? Acontece que a Câmara Municipal subestimou os impactos negativos com a execução desta obra.

Reafirma-se que a execução rápida e eficaz desta obra, deveria ter sido garantida e, visivelmente, não o foi.

Por isso se agravaram os impactos, já de si negativos à partida, para as pessoas, para as instituições e para as empresas.

E que a Câmara Municipal não nos venha agora dizer que a culpa «é dos serviços técnicos» que a maior responsabilidade pelo acontecido é política e recai todinha sobre os principais responsáveis políticos pelo Executivo Municipal.

«Bunquer» e «Eira do Mário» ameaçam ruína?

fotobunker

O «Bunquer» da Cidade, que tem a cobri-lo a conhecida «Eira do Mário», em frente da Caixa Geral de Depósitos, parece estar a ameaçar ruína…

No seu interior, no espaço do estacionamento subterrâneo (como se vê na foto), está colocada uma densa «plantação» de tubos metálicos aparentemente para apoiar a sustentação do teto da dita «Eira do Mário».

E nós vamos por lá andar, a caminhar, parados ou aos saltos, durante as feiras e as festas que se fazem lá em cima?! E vamos estacionar os automóveis lá por baixo ?

Na situação, a Câmara Municipal, titular da obra que custou muito dinheiro, já devia ter esclarecido publicamente o que se passa com a segurança, ou a falta dela, no estacionamento subterrâneo da Cidade e sua cobertura. Porém, ainda não o fez, o que revela já alguma negligência.

Por isso, nós reiteramos a pergunta: afinal que se passa com o Parque Subterrâneo do Largo Ribeiro do Amaral e sua Cobertura?

Autor: João Pedro Cruzjoao-cruz

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