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À Boleia Autor: André Duarte Feiteira

Os adeptos, os partidos e as políticas do Dr. Costa. Autor: André Duarte Feiteira

Em política, assim como no futebol, existem preferências que se enraízam em nós desde bastante cedo. No caso do futebol, se o emblema da nossa preferência não ganhar, resta-nos aguardar pelo início da próxima época, contudo, apesar de abdicarmos de fazer a festa, esta derrota não tem consequências práticas no dia-a-dia do resto da população. Já na política, e, com mais incidência nos “adeptos” dos partidos políticos, o caso é semelhante. Porém, podemos até nem saber o programa eleitoral do partido em causa, podemos desconhecer por completo as pessoas que serão eleitas e que nos irão representar através do nosso voto, mas, mesmo assim, por uma questão de afinidade ou fanatismo, queremos que o nosso partido vença.

No próximo dia 4 de Outubro não é a vitória do partido a, b ou c que está em causa é o futuro de Portugal e dos portugueses que vai ser sufragado. Devido à má gestão do Partido Socialista, devido às políticas do “gasta-se já e logo se vê se há dinheiro amanhã”, o PS atirou pela terceira vez em 36 anos de democracia o país para a bancarrota e para a necessidade de pedirmos dinheiro para o Estado conseguir cumprir com as despesas com a saúde, segurança social e educação. Os sacrifícios que todos sentimos no últimos anos têm origem no seio das políticas socialistas e no seu (des)governo. Mas hoje, hoje Portugal pode mais! Hoje, depois de 4 anos de uma governação com os pés bem assentes na terra e fruto dos sacrifícios dos portugueses, o país dá mostras de crescimento, os mercados confiam em Portugal e a União Europeia elogia a recuperação económica levada a cabo pelo governo de Pedro Passos Coelho.

Já o Dr. António Costa, não fugindo à regra dos restantes socialistas, parece ignorar a recuperação visível de um país que ajudou a afundar. As políticas do Dr. António Costa fazem lembrar aquela história sobre uma família aristocrata, em que, o chefe de família geria e os restantes apenas consumiam. Anos mais tarde, o chefe de família morre, e a família habituada a gastar continua a fazê-lo sem saber se o “poço estava cheio”. Até que, um dia lhes batem à porta e lhes transmitem que vão ter que vender as pratas o ouro e os restantes luxos para fazer face às necessidades básicas, e, apenas naquele momento, têm noção da realidade e ganham consciência. Já o senhor António Costa e o PS, enquanto governantes deste país, assistiram e cooperaram com um conjunto de políticas experimentais e desastrosas que nos colocaram em falência técnica e que consequentemente trouxeram a TROIKA até nós. Depois disso, assobiaram para o lado, enterraram a cabeça na areia e esperaram que outros equilibrassem novamente a economia do país.

Hoje, se lhes perguntarem, são isentos de responsabilidades e ignoram esse facto, tendo um discurso bacoco e populista acreditando que os portugueses não têm memória. Não, obrigado! Não se trata, como no futebol, que o nosso partido ou clube ganhe ou perda, tratasse do nosso país, são os sacrifícios dos portugueses e principalmente é o futuro de cada um de nós que está em causa. Acredito que se o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho conseguiu transformar um país falido num país estável, também o saberá fazer crescer agora que as coisas estão muito mais fáceis. Portugal agora pode mais e acredito que seja este Portugal que vai em frente!

À Boleia Autor: André Duarte FeiteiraAutor: André Duarte Feiteira

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