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PCP de Seia quer soluções para a Metalúrgica Vaz Leal

PCP de Seia quer soluções para Metalúrgica Vaz Leal

Comissão Concelhia de Seia do PCP está solidária com os 32 trabalhadores da Metalúrgica Vaz Leal, em Loriga, que, na sequência de salários em atraso, suspenderam os seus contratos de trabalho. Os eleitos do PCP na Assembleia Municipal prometem em comunicado questionar o executivo da autarquia sobre se tem conhecimento desta situação e que diligência irá tomar junto das entidades competentes na tentativa de ajudar estes trabalhadores.

“O PCP irá, também, questionar o Governo na Assembleia da República através do seu Grupo Parlamentar, sobre a situação desta empresa e dos seus trabalhadores de forma a encontrar uma solução que passe pelo pagamento dos valores em falta aos trabalhadores e pela viabilidade da manutenção da empresa”, refere o comunicado daquele partido político, salientando “que a empresa se comprometeu a regularizar a situação até ao final de Outubro, o que não veio a acontecer”.

Os comunistas de Seia dizem não entender como é que a empresa não consegue cumprir os compromissos com os trabalhadores. “Uma empresa que tem uma carteira de clientes estável e regular, como por exemplo a Siderurgia Nacional e as minas da Panasqueira, não é, portanto, por falta de encomendas que não consegue cumprir as suas obrigações”, explicam, adiantando que é importante encontrar soluções, até porque a empresa se encontra numa situação com falta de emprego.

“Esta é mais uma que corre o risco de encerrar o que, num concelho já debilitado no seu aparelho produtivo, o principal garante da riqueza, da criação de emprego e de crescimento económico, vem agravar ainda mais as condições de vida da sua população. É urgente encontrar uma solução para esta empresa e estes trabalhadores, quer pela mão-de-obra qualificada e experiência no sector, quer pela situação socioeconómica dos trabalhadores e suas famílias e, consequentemente, a economia local”, frisam. O comunicado diz ainda que os trabalhadores irão manter os seus contratos de trabalho suspensos, até ao inicio de Dezembro, altura em que se realizará a assembleia de credores e se decidirá o futuro da empresa.

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