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Promessas do PS não cumpridas…. Autor: João Dinis, Jano

Então Eleitos e Candidatos da “maioria PS” em Oliveira do Hospital ?

Então que é feito daquelas Obras e Iniciativas importantes que ou não andam de todo    ou  andam aos engulhos, estilo…fica parada…avança um pouco…fica parada…avança ?…

Claro que, durante anos e anos seguidos no poder, há tempo e há modo para se fazer Obra.

Porém, para começar a enumerar os muitos falhanços, não podemos deixar de imputar também aos Eleitos e aos principais Candidatos PS, a sua quota-parte na responsabilidade – pessoal e política – pelas “falsas partidas” dadas pelo Governo PS ao avanço do IC 6, aliás na sequência daquilo que já haviam feito Governos do PSD e do CDS/PP.

“Falsas partidas” do IC 6 a que a maioria PS em Oliveira do Hospital assistiu docilmente e sem corar de vergonha um bocadinho que fosse…

Passamos a enumerar o rol de algumas das obras “perdidas pelo caminho” destas maiorias PS, dos seus Eleitos e actuais Candidatos :

Por fazer :

Refeitório e Balneários – na zona do Estaleiro Municipal – especialmente para os Trabalhadores Municipais das Obras e outros congéneres.   Dizem que agora é que a obra vai, aliás à boleia da “Protecção Civil”…  Pois pois mas a primeira promessas já é de 2009…

Marcações horizontais no asfalto de Estradas Municipais.  É urgente que isto seja feito nomeadamente por questões de (falta de) Segurança Rodoviária.

Requalificação das Piscinas Municipais.  Há anos que vimos dizendo que a “Piscina Municipal  Aquecida” mais parece um “tanque” para banhos. Há que fazer outra melhor !

 — Construção, embora com a indispensável comparticipação do Governo, de instalações de raiz para a ESTGOH, Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, a instalar no terreno que a Câmara comprou para o efeito há uns 20 anos. É uma obra de raiz que, lamentavelmente, querem enterrar no esquecimento !…

— Diversas Ligações de Fossas Sépticas para as ETAR (Estações de Tratamento de Esgotos) em várias Povoações e correcção do (mau) funcionamento de algumas ETAR que poluem bastante.

— E quando é que a Câmara enfrenta um problema estratégico e da sua directa responsabilidade – que envolve mesmo a saúde pública – e que se prende com a necessária substituição da rede de água pública feita em tubos de Lusalite – com Amianto – rede enterrada há 30 e  40 anos em várias Povoações ?  Então a “Bazuca” não dá para isto ou a Câmara continua a fugir de enfrentar um assunto de tamanha responsabilidade ?

E as “Obras de Santa Engrácia” ?

“A obra, tipo “Santa Engrácia”, da remodelação da Casa da Cultura César de Oliveira é exemplo de incompetência na gestão de obras municipais de maior relevo”.

— O exemplo mais exemplar é a Obra de recuperação e ampliação da “Casa da Cultura César de Oliveira” que a maioria PS prometeu inaugurar, veja-se bem, ainda em 2017…  Temos dito e repetimos que a obra, tipo “Santa Engrácia”, de recuperação e ampliação da Casa da Cultura César de Oliveira é  um exemplo que evidencia a incompetência na gestão de Obras Municipais de maior monta.

 — Retirada das placas em Lusalite (com Amianto) de telhados da Escola Secundária (e outras) em Oliveira do Hospital.  Este processo dura há pelo menos meia dúzia de anos…

— E a “Casa Amarela”, na Bobadela, adstrita ao Museu ?  Estão à espera que primeiro mude para côr-de-rosa ?…

— E os engulhos com a adequação da Zona Industrial em Oliveira do Hospital ? Depois, há empresas que passam lá por cima e vão aterrar noutros Concelhos…

— E a história dos projectos sucessivos a mexer, ano após ano, mandato após mandato, com a Zona Histórica da Cidade ? E é um “tira calçada…mete calçada…faz buraco…tapa buraco”…

— E a Câmara, durante muitos anos, nem sequer ainda foi capaz de recuperar as casotas em ruínas em Seixas da Beira (uma) e em Fiais da Beira (uma), certamente de entre outras.  Recuperou (desde o Fogo Grande de 2017) o edifício das “velhas” Escolas Primárias, em Ervedal da Beira, mas ainda não recuperou os interiores ou seja, este respeitável Edifício está como se fosse um ovo só com casca, sem utilidade prática…  E o mesmo acontece em Travanca de Lagos, com o Edifício recuperado após os incêndios e onde já funcionou um Lar.

— E embora parecendo ser omissão de somenos importância, aqui referimos a falta de “Placas” indicativas de Oliveira do Hospital, à entrada na zona urbana da Cidade (e mesmo na EN 17 – Estrada da Beira) e vindo nós de várias direcções.  Assim, até parece ser uma Cidade “anónima”…

E como vão as promessas mirabolantes ?

E quanto a outras e mirabolantes promessas como o “Projecto Revolucionário para a Saúde” – esta uma aparatosa ideia, agregada a uma outra feita ainda em 2009 e segundo a qual esta maioria PS e seus principais Eleitos – agora outra vez Candidatos – iam assegurar, se necessário, a vinda de Médicos(as) para o Concelho a expensas do Município ?

E de tal forma falharam no prometido que, hoje (12 de Agosto de 2021), está encerrada, há mais de um mês, por falta de Médico(a), a “Unidade de Saúde” em Ervedal da Beira que dispõe de um novo Edifício o qual custou mais de 400 mil Euros à Câmara Municipal …                E as “Urgências” do Centro de Saúde, à noite e ao fim-de-semana, foram “exportadas” para o Hospital e por lá estão “aboletadas”…

— E que aconteceu com a alegada “Compra de Monitores e de Ventiladores” – por causa da Covid ?  Já foram pagos pela Câmara ?…  Mas a “conversa da treta” – feita por Eleitos e agora Candidatos PS – sobre os estados da Pandemia no Município, isso é que não tem faltado…

 E os projectos ditos de “cariz social” ?

 O tal programa dito de “Incentivo à Natalidade” começou com uma determinada verba mensal de apoio mas que logo foi reduzida.   Ao menos, chamem ao programa um nome mais consentâneo com os 30 euros/ mês do pagamento durante o 3º ano das Crianças. Talvez de “incentivo à compra de leite e fraldas”  ou, então, aumentem os valores do apoio mensal para outro mais justo, mais alto e mais dignificante nível.

Entretanto, como evoluiu a Natalidade no Concelho?

— Um outro “Programa Municipal”, no caso meritório, foi o “Casa Digna” para apoiar a recuperação de habitações de Pessoas carenciadas.  Entretanto, tem estado “congelado”, diz-se que para reabrir agora…claro…

— Quanto ao programa de recuperação das “segundas habitações” ardidas no Fogo Grande de 2017, programa que, esse sim, é da directa responsabilidade da Câmara, “conseguiram” engendrar um “Regulamento Municipal” que, era sabido, logo à partida iria deixar de fora do apoio – como aconteceu – a grande parte dessas “segundas habitações” ardidas.                      E aconteceu mal que as nossas Povoações ficaram com ainda mais habitações abandonadas e em ruínas por causa dos Incêndios.   Aliás, demoraram quase três anos até atribuir (a uns 50 beneficiários) as verbas acumuladas na “Conta Bancária Solidária” aberta pela Câmara, ainda em 2017, para os donativos em dinheiro de apoio a vítimas do Fogo Grande

E assim se tece a “rede” (PS) de fidelidades pessoais, políticas e partidárias…

E outros e controversos programas há, como o dos “Activos Sociais” cuja apreciação exige tempo e espaço para serem “desmistificados”.  E também merece avaliação crítica a atribuição dos subsídios a Entidades várias e a Pessoas concretas.  Em última análise, são apoios públicos aproveitados pela maioria PS para tecer a sua “rede” de fidelidades pessoais, políticas e eleitorais…

Na verdade, uma ajuda financeira – dinheiro público – ou de outro tipo, mesmo que pequena, pode aliviar quem está em maiores dificuldades mas não resolve o problema do desemprego e da pobreza.  Entretanto, gerou subserviência que também contribuiu para definir o sentido do voto partidário nas Eleições.  Mas o processo é aviltante !

Nós assumimos que as Pessoas em maiores dificuldades económico-financeiras devem ser apoiadas com programas públicos transparentes, dignificantes e bem publicitados.  Sim, que o dinheiro público nisso investido é-o por uma justa causa, ao contrário, por exemplo, dos rios de dinheiro público engolidos pelas vigarices da Banca e de certos “banqueiros” !…

Sim, temos feito falta no Executivo da Câmara Municipal e na Assembleia Municipal.  Vamos agora a isso !  Podem contar connosco !   Contamos convosco !

 

 

 

Autor: João Dinis, Jano

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