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PSD de Oliveira do Hospital recusa-se a participar nas comemorações do 25 de Abril e acusa o PS local de amordaçar a vida dos oliveirenses

A comissão Política do  PSD de Oliveira do Hospital acusou hoje em comunicado o PS local de estar de forma demagógica, autoritária e antidemocrática a tentar “converter os Oliveirenses à sua ideologia política e aos seus interesses grupais” através daquilo que classificam como “manipulação da opinião pública e da castração da Democracia e Liberdade”. A missiva, assinada pelo Presidente Comissão Política PSD Secção de Oliveira do Hospital,  Nuno Vilafanha, considera mesmo que a vida política, social e, em alguns casos económica, “está visivelmente condicionada e amordaçada” pelo Partido Socialista. Por estas razões, o PSD recusa-se a participar de forma oficial nas comemorações locais do 41º aniversário do 25 Abril.

“É inaceitável e intolerável que o Partido Socialista transforme o poder que democraticamente foi conquistado, sobretudo pela pessoa do Prof. José Carlos Alexandrino e o use para a satisfação dos seus desígnios políticos e particularmente de alguns dos seus militantes, apoiantes e seguidores mais ou menos convertidos ou aliciados”, refere o comunicado dos sociais-democratas que consideram a existência do crescimento do “polvo socialista em Oliveira do Hospital”. “É por demais evidente e assumido, fazendo-se sentir no controlo e condicionamento da governação dos órgãos eleitos como a Assembleia Municipal, o Executivo Municipal e Juntas de Freguesia, mas também, preocupantemente, de algumas instituições, associações ou organizações que se encontram envolvidas pelos tentáculos socialistas e dos quais não se conseguem ou ousam libertar uma vez que estão dependentes e são controladas, directa ou indirectamente, pelo Partido Socialista”, sublinham.

Considerando que há Partido Socialista a mais e Democracia a menos em Oliveira do Hospital, a estrutura liderada por Nuno Vilafanha aproveita ainda para criticar a destituição de António Lopes. “Há uma clara asfixia da propalada pluralidade democrática que teve expressão visível e ruidosa com a destituição do 1.º eleito para a Assembleia Municipal, numa golpada antidemocrática e totalitarista em que se desrespeitaram a Instituição Assembleia Municipal e principalmente o voto dos Oliveirenses”, explicam, garantindo que a democracia em Oliveira do Hospital é “falsa, deturpada e inexistente e que “não serve os interesses” do concelho. “Por verificarmos uma notória ausência de diálogo ou de opinião dos mesmos e porque os princípios que orientaram o 25 de Abril não são vividos de forma plena no nosso concelho, não irá o PSD de Oliveira do Hospital fazer-se representar de forma oficial nas comemorações desta efeméride”, rematam.

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