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“Para mim os jogadores são seres humanos. Não são mercadoria”

“Não admito falta de verdade do presidente do clube, nem admito que seja posta a minha dignidade, a minha dedicação, e o meu trabalho em causa”, afirma hoje – num comunicado enviado à redacção deste diário digital – o agora ex-técnico do Sampaense, que ontem abandonou inesperadamente o comando técnico do clube.

Cláudio Figueiredo contesta as declarações do presidente do clube, Pedro Veloso, prestadas ontem ao jornal “A Bola” e deixa a entender que tudo se precipitou por causa de “um assunto interno relativo a um jogador do plantel”.

“Informaram-me apenas no domingo, dia 5 de Setembro durante a tarde, que o assunto relativo ao meu jogador estava resolvido, sem eu como técnico da equipa ter uma palavra a dizer”, lamenta o ex-treinador da equipa de S. Paio de Gramaços.

O ex-técnico do Sampaense argumenta ainda que – contrariamente ao que foi afirmado por Pedro Veloso na edição de ontem do jornal “A Bola” –, a equipa não estava “completa” e foi apresentada, na passada sexta-feira, com “apenas 8 jogadores portugueses”.

“Para mim a verdade acima de tudo. Não defendi apenas um jogador, defendi uma equipa inteira escolhida por mim. Para mim os jogadores são seres humanos e não são mercadoria”, ressalva Cláudio Figueiredo, sublinhando que não tomou esta decisão de “ânimo leve” no clube onde fez a sua formação.

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