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Têxtil Iuris localizada na Guarda já não encerra e vai para “lay-off”

A empresa “Iuris”, localizada na Guarda, já não vai encerrar, tendo a administração optado por entrar em “lay-off” durante este mês, devendo reabrir em Junho. A fábrica, de pequenas dimensões, confecciona calças para diversas marcas internacionais, especialmente da Inglaterra e Suécia, e com o surgimento da pandemia teve quebra de encomendas. Inicialmente, segundo o Jornal Terras da Beira (TB), a administração decidiu avançar para o despedimento colectivo, mas nem todas as 26 funcionárias concordaram com o valor da indemnização.

Esta manhã, segundo a mesma publicação, as trabalhadoras ficaram a saber que a empresa já não encerrava e que iria entrar em “lay-off”. A administração da empresa adiantou que, após contactos com alguns clientes, ficou convicta de que a situação tende a melhorar nos próximos tempos. Decidiu, por isso, não despedir nenhuma das funcionárias e avançar com o “lay-off”, suspendendo a laboração durante este mês. A perspectiva é de que em Junho a empresa recomece a laborar.

Um dos representantes da administração da “Iuris”, segundo o TB, mostrou-se esperançado de que poderão ultrapassar a actual situação, tal como conseguiram aquando da crise financeira mundial de 2008 e 2009, em que tiveram muitas encomendas canceladas. O “lay-off” simplificado é uma das medidas de resposta à crise provocada pela pandemia da Covid-19. Os trabalhadores têm direito a receber dois terços da sua remuneração normal ilíquida com limites mínimo de 635 euros e máximo de 1.905 euros, sendo o valor financiado em 70 por cento pela Segurança Social e em 30 por cento pela empresa.

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