Home - Educação - Mais de um ano depois, devem ser colocadas as coberturas em falta nos locais que ligam os edifícios da Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveira do Hospital
Coberturas em falta nos passadiço da Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveira do Hospital devem ser colocadas em breve depois de mais de um ano à espera

Mais de um ano depois, devem ser colocadas as coberturas em falta nos locais que ligam os edifícios da Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveira do Hospital

A Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveira do Hospital está sem parte das coberturas das ligações entre os edifícios há mais de um ano. Uma deficiência que tem obrigado alegadamente os alunos mais jovens, em dias de mau tempo, a fazerem o percurso para o refeitório à chuva. O problema há muito que é do conhecimento da Câmara Municipal, que tem a responsabilidade de fazer a manutenção dos edifícios do ensino pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico. Mas só agora é que esta a ser tratado e deverá ficar resolvido. “Foi uma herança que recebi e reportei a situação de imediato à autarquia”, referiu ao Correio da Beira Serra o recém-empossado director do Agrupamento de Escolas, Carlos Carvalheira.

“Tive uma reunião com a senhora Vereadora da Educação e com o senhor Presidente e foi-me garantido que o problema seria rapidamente resolvido. Existe o compromisso de repor rapidamente os telheiros”, explicou ao Correio da Beira Serra este responsável, aguardando agora que o problema seja resolvido. “Foi uma das primeiras medidas que tomei, precisamente por me parecer que aquela não era a situação mais correcta para os alunos”, frisou.

Coberturas em falta nos passadiço da Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveira do Hospital devem ser colocadas em breve depois de mais de um ano à espera

O vice-presidente da autarquia, José Francisco Tavares Rolo, explicou ao CBS que o assunto já está a ser resolvido. “Já foram pedidos orçamentos para a obra e as coberturas serão colocadas logo que possível. Esse assunto foi abordado quando o novo elenco directivo do Agrupamento reuniu com o município”. O autarca sublinhou ainda que na mesma escola já foram efectuadas intervenções interiores, bem como a pavimentação do recinto exterior. “Só em manutenção dos edifícios escolares que tem a seu cargo, a Câmara despende por ano entre 75 a 100 mil euros. Mesmo assim temos de atender a prioridades como foi, por exemplo, a colocação recentemente de um novo telhado da escola de Seixo da Beira. Foi uma situação inesperada que teve de ser resolvida rapidamente”, explica.

O assunto da cobertura dos locais por onde circulam os alunos, porém, arrasta-se, pelo menos, desde Junho de 2013, altura em que o então vereador e ex-presidente da autarquia Mário Alves chamou a atenção para este problema. O CBS falou com Mário Alves que, contudo, este recusou-se a prestar declarações. Limitou-se a confirmar que alertou várias vezes para este assunto, o que se encontra descrito em actas. De facto, numa reunião ocorrida nesse mês, o vereador sublinhou “o mau estado em que se” encontravam “os telheiros da Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveira do Hospital”, adiantando que, apesar de já ter referido este assunto em anteriores reuniões da Câmara Municipal, “as situações não têm tido desenvolvimentos”. A acta refere ainda que o ex-presidente chamou a atenção dos responsáveis para necessidade de uma “rápida solução destas questões por considerar que são importantes”.

Mário Alves, em Agosto de 2013, voltou a referir-se ao assunto. Repetindo mais uma vez o mau estado em que se encontram os referidos telheiros. Em Setembro voltou a lembrar o Executivo que o assunto continuava por solucionar. Apesar dos apelos, as coberturas não foram colocadas durante todo o ano lectivo.

Apesar deste facto, José Francisco Tavares Rolo faz questão de sublinhar que a educação é um pelouro ao qual o município “dedica muito cuidado”. “No total, em todas as suas vertentes, existe investimento anual de dois milhões de euros nesta área”, assegura. E refere que o cuidado é tal que a autarquia procedeu recentemente ao arranjo do estacionamento da Escola Secundária de Oliveira do Hospital, uma obra que até era da competência do Ministério da Educação.

 

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